II Encontro Nacional de Cicloturismo e Aventura - como foi

Até São Pedro se uniu a São Francisco Xavier e abriu uma brecha no tempo chuvoso, para que as pedaladas do II Encontro Nacional de Cicloturismo e Aventura fossem tranquilas. Muitos chegaram na sexta-feira à noite, outros no sábado de manhã. Uns vi

  
  

Até São Pedro se uniu a São Francisco Xavier e abriu uma brecha no tempo chuvoso, para que as pedaladas do II Encontro Nacional de Cicloturismo e Aventura fossem tranquilas.

Muitos chegaram na sexta-feira à noite, outros no sábado de manhã. Uns vieram de Curitiba, outros de Belo Horizonte. Uns de São Paulo e outros do Rio. Alguns mais corajosos vieram pedalando, o resto trouxe a bicicleta no carro ou no ônibus. O que unia a todos era a vontade de pedalar e de ouvir e trocar experiências sobre tudo o que se refere a cicloturismo.

Pra nós, do Clube de Cicloturismo, foi uma satisfação ter a estradas tomadas por ciclistas de vários cantos, conversando e fazendo amigos.

Depois do pedal, tivemos, no primeiro dia, a palestra de Sérgio Garcia e Marcelo Demarzo, do Núcleo de Primeiros Socorros da USP Ribeirão, com o tema Manutenção da Saúde no Cicloturismo. Várias dúvidas que afligem o cicloturista com frequência foram debatidas: qual o melhor selim, problemas no joelho, alimentação e hidratação durante a viagem, treinamento, e outros mais.

Na sequência, a empolgação do mineiro Paulo Magno contaminou a todos, ao contar da sua viagem para Nova Zelândia, intercalando informações com fotos maravilhosas.

À noite, a palestra de Zenga e Guto, que percorreram a Ilha de Cuba de uma ponta a outra. Contaram sobre a situação atual de lá e como a bicicleta os permitiu uma maior aproximação com o povo cubano.

Na mesma noite ainda uma surpresa, o cicloturista Carlos André, que está lançando seu livro ‘Avenida das Américas’, falou sobre sua longa jornada desde Los Angeles, até o Rio de Janeiro.

Dia seguinte, mais pedal pela Serra da Mantiqueira, com suas cachoeiras e visuais fantásticos. A palestra de encerramento ficou com Fábio Zander, que contou como planejou e executou sua viagem solo do Atacama até Ubatuba seguindo a linha do Trópico de Capricórnio.

No final, a mesma sensação para todos: pena que acabou. Mas aguardem, ano que vem tem mais!

Apoio: Pousada Muriqui e Prefeitura Municipal de São José dos Campos

  
  

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