Vininha Carvalho

Vininha F.Carvalho desenvolve um trabalho de conscientização nos principais sites relacionados à proteção dos animais e também em revistas e jornais que abordam o Meio Ambiente.

  
  

Vininha F.Carvalho desenvolve um trabalho de conscientização nos principais sites relacionados à proteção dos animais e também em revistas e jornais que abordam o Meio Ambiente.
Email: vininha@vininha.com

EcoViagem: O que fez uma administradora de empresas e economista, especializada em meio ambiente, envolver-se nessa luta em prol dos direitos dos animais?
Vininha: Eu acredito que devemos respeitar todas as formas de vida, porque só assim estaremos permitindo uma perfeita harmonia na natureza. Quem não se preocupa em preservar a natureza tem medo de assumir o seu papel dentro dela. Esse descaso leva as pessoas a explorarem os animais, poluir os rios, contaminar os alimentos, danificar as matas,etc. A vida de cada pessoa tem conseqüências que se prolongam por muito tempo, e todos nós somos responsáveis pelo futuro das outras espécies. Os animais precisam muito de nosso amor, de nossas palavras e, principalmente, de nossa coragem para lutar pelos seus direitos a uma vida digna, por isso, decidi me dedicar a esta causa. Desenvolvo um trabalho de conscientização nos principais sites relacionados à proteção dos animais, e também em revistas e jornais. Somando cada vez mais pessoas, estaremos fortalecendo a idéia de que, para sermos felizes, precisamos lutar em prol do bem estar geral, criando um mutirão de voluntários, onde cada um poderá dar a sua contribuição.

EcoViagem: Como você concilia este trabalho dentro da sua vida profissional?
Vininha: Desde a infância, procurei estar sempre próxima dos animais. No início, meus pais não permitiam que eu assumisse a responsabilidade de um animal, e meus animais de estimação eram as galinhas do quintal. Quando completei 7 anos, ganhei minha primeira cachorrinha, a Akiko .A partir daí, como sou uma pessoa muito curiosa, comecei a buscar cada vez mais conhecimentos para poder cuidar dela da melhor forma possível. Mas só fui desenvolver um trabalho maior quando me casei. Meu marido é também um grande protetor dos animais e, juntos, acabamos criando uma estrutura que possibilita acolhermos e encaminharmos muitos animais abandonados. Nós temos uma rede de hotéis e criamos em cada um deles um núcleo para abrigarmos os animais. Eu sou contrária a idéia de grandes abrigos, onde o animal perde a identidade, por isso procuro ter uma pequena quantidade de animais dividida em vários locais. O interessante é que acabamos construindo uma legião de protetores, todos os funcionários se envolvem em cuidar e buscar donos responsáveis para os animais encaminhados para adoção. Muitos hóspedes acabam se transformando também em aliados, alguns ficam tão envolvidos com a causa animal que tentam implantar em suas cidades um trabalho de conscientização. Eu lhes disponibilizo todas as informações necessárias e, em breve, pretendo criar no Valle Hotel uma biblioteca para pesquisas.

EcoViagem: Como surgiu sua paixão pelos animais?
Vininha: Minha paixão pelos animais surgiu de forma natural, foi crescendo e me fazendo sentir cada vez mais disposta em defendê-los das crueldades a que sempre foram submetidos. Hoje me vejo diante de uma missão que traz enormes realizações. Cada animal que consigo salvar é uma vitória. Cada campanha que lanço e percebo que atinge seus objetivos é uma alegria indescritível! A chama da minha paixão está cada vez mais acesa, sinto que existem muitas situações que precisam ser modificadas e outras que devem ser punidas com mais rigor. Minha luta, com certeza, só findará quando eu não tiver mais nesta vida, mas tenho certeza de que terei conquistado muitos aliados que darão continuidade às minhas propostas e conseguirão novas vitórias.

EcoViagem: Nestes anos que vem lutando e sendo a voz dos animais, já teve algum aborrecimento sério?
Vininha: Nunca, sempre tive momentos de grande alegria. Eu procuro nunca afrontar quem está maltratando um animal, busco conscientizá-lo. Recentemente, uma Cia de Rodeios procurou-me para fazer hospedagem num dos hotéis, querendo me propor um desconto em troca de uma divulgação no dia do evento. Eu tenho muitas matérias que mostram o quanto o animal sofre num espetáculo desses e fui mostrando, uma a uma, ao responsável pela Cia. No início ele até tentou argumentar em favor do rodeio, mas no final, percebeu que ele estava promovendo a violência, que se inicia no animal e termina nos homens. Ele percebeu que, sendo eu uma protetora dos animais, jamais iria patrocinar um espetáculo de selvageria, e saiu levando as matérias, muito pensativo. Não sei se por coincidência ou não, o rodeio não aconteceu.

Os poucos momentos de aborrecimento que tenho são quando percebo que não existe uma forte união entre dirigentes das entidades de proteção dos animais. Cada vez que fico sabendo de um desentendimento entre protetores, sinto que a causa animal ficou comprometida. Precisamos nos unir em torno da valorização dos animais e não criarmos uma competição, não existe uma entidade melhor que a outra, todas são muito importantes. Infelizmente, estão tentando tirar proveito da causa dos animais até na política, e isto é uma afronta a todos os que, voluntariamente, desenvolvem este trabalho. Este fato realmente me aborrece muito. O novo milênio trouxe uma possibilidade muito grande de inserir os animais de uma forma plena dentro da nossa sociedade, não podemos ser prejudicados pelos oportunistas que pedem votos em nome da causa dos animais.

EcoViagem: O movimento em defesa dos animais tem crescido bastante não só no Brasil, como em todo o mundo; muitas ONGs têm adotado a causa e, através de todas as mídias possíveis, têm alertado a sociedade civil. Você sente que todo esse trabalho tem gerado bons resultados?
Vininha: A divulgação é um excelente caminho, porque permite que as pessoas tomem conhecimento das verdadeiras propostas que estão sendo desenvolvidas pelas ONGs. Acredito que os resultados são sempre muito positivos, capazes até de dar início a um novo processo de relacionamento entre as pessoas e os animais. Com todos os avanços da ciência, o convívio com os animais é ainda considerado um dos melhores recursos terapêuticos, pois eles fazem um bem enorme às pessoas. São o melhor remédio para o corpo e para a alma. Através do empenho das entidades em realizar um grande trabalho de conscientização, a proteção aos animais está deixando de ser apenas um ato de caridade e passa a ser considerada uma obrigação legal. Devido à luta destes abnegados, através de todas as mídias e junto aos órgãos governamentais, já foi possível a implementação de leis que proporcionaram uma condição de vida mais digna aos animais.

EcoViagem: Como tem sido a atuação do Ministério Público na defesa dos animais?
Vininha: Embora os animais não sejam pessoas, sob o ponto de vista jurídico são titulares de direitos civis e constitucionais na legislação brasileira, podendo ser, como tais, considerados sujeitos de direitos. Seus direitos são parcialmente reconhecidos e tutelados, e podem ser postulados por agentes titulados para esse mister, que agem em legitimidade substitutiva. No Brasil, essa representação foi atribuída ao Ministério Público e às sociedades ambientalistas. Apesar da Lei n.º 9605/98 que, principalmente em seu artigo 32, nos ampara quando precisamos denunciar o agente que pratica violência em animais, percebemos que essa legislação é muito recente e nem sempre é de conhecimento dos delegados de polícia. Por isso, é fundamental estar sempre com o texto de lei em mãos em caso de ir à delegacia `prestar queixa`, munidos de provas como fotos, testemunhas, laudo necroscópico ou qualquer coisa que evidencie o crime. O delegado irá fazer um boletim de ocorrência ou termo circunstanciado; caso ele se negue, existe o sistema de ombudsman da polícia civil e o Ministério Público Estadual, que tem poder de fiscalização sobre a atividade policial. Caso disponha de um bom embasamento de provas, você pode representar diretamente ao Ministério Público, que deve propor a denúncia. Cabe ao Ministério Público fazer juízo de valor acerca da situação. Caso existam indícios de prova de que houve os maus tratos, ele deve denunciar.

EcoViagem: Por que é tão difícil proibir o contrabando de animais silvestres?
Vininha: O tráfico de animais silvestres evoluiu. Hoje, ele não é mais aquele negócio quase ingênuo de um matuto vendendo passarinhos na beira da estrada. O tráfico de animais silvestres é uma das três atividades ilegais mais lucrativas do mundo. E o pior: está cada vez mais associado ao narcotráfico e ao contrabando internacional de armas. Os animais podem ser são traficados junto com os entorpecentes, ou usados como moeda de troca. Até a máfia russa já descobriu as `facilidades` desse comércio, que movimenta no mundo entre 15 e 20 bilhões de dólares por ano. Estas são conclusões do relatório Comércio Internacional de Vida Selvagem e o Crime Organizado, divulgado pela organização Traffic, afiliada da World Wildlife Fundation (WWF). Um exemplo desta associação: 50% dos traficantes de animais na Grã-Bretanha também foram condenados por tráfico de drogas, roubos e crimes com arma de fogo. Conclusões quase idênticas constam também do primeiro Relatório Nacional sobre o Comércio Ilegal de Fauna Silvestre, produzido no fim do ano passado pela Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas). No Brasil, por exemplo, a Lei 10.259 de julho de 2001, transformou o tráfico de animais em `crime de menor potencial ofensivo`, com penas comunitárias alternativas. Ou seja: o traficante, quando preso, não paga fiança, não vai para a cadeia e recebe apenas um auto de infração. Só no Brasil, existem cerca de 400 quadrilhas especializadas no tráfico de animais, segundo o relatório da Renctas. E cerca de 40% delas estão envolvidas também em outras atividades criminosas. Nos casos mais extremos, os traficantes escondem as drogas dentro dos animais. Embalagens com cocaína e outras drogas já foram encontradas dentro de cobras, araras e até peixes ornamentais.

EcoViagem: Recentemente, na Bélgica, uma ONG espalhou cartazes pedindo à população que não abandonasse seus animais domésticos nas ruas. Isso acontecia em maior escala no verão quando, não tendo com que deixa-los, as pessoas os abandonava. No Brasil, é comum as pessoas abandonarem seus animais?

Vininha: Infelizmente, o abandono está aumentando no Brasil. Raças puras e pedigree já foram garantia de conforto e bons tratos para cães e gatos. Não são mais. Atualmente, 30% dos bichos abandonados não têm nada de vira-latas. São poodles, rottweilers, huskies siberianos, cocker spaniels e outros. As feiras que comercializam os filhotes acabam criando uma facilidade muito grande para que ocorra a posse irresponsável. Os pais costumam dar aos filhos os animais como um objeto para brincar até enjoar e não querer mais. Adotar um animal exige responsabilidade do dono e um compromisso com a vida deste ser indefeso. O abandono precisa ser encarado como um ato desprezível. O trato dispensado ao animal deveria caracterizar o perfil do caráter da pessoa. Quem o maltratasse, deveria ser marginalizado pela sociedade. É um absurdo comercializar bichinhos dessa forma. São verdadeiras fábricas de filhotes, que não pagam impostos nem emitem nota fiscal. Os motivos para o abandono variam. Podem ser mudança de casa ou o envelhecimento do cachorro ou gato ou, simplesmente, porque a pessoa descobre que não tem condições e nem disposição para cria-lo. A aplicação de uma política nacional que vise controlar a superpopulação, implantando leis que especifiquem as responsabilidades do dono, somada a um eficiente trabalho desenvolvido pela vigilância epidemiológica, garantiria uma qualidade de vida a todos.

EcoViagem: Existe algum grupo responsável por dar abrigo aos animais abandonados?
Vininha: Existem algumas entidades que se esforçam em acolher os animais que foram abandonados. Os abrigos não representam a melhor opção, e sim, uma forma de armazenar o problema, sem poder nem a curto ou longo prazo encontrar uma solução. Na minha opinião, é um incentivo ao abandono, por oferecer uma alternativa para que o dono irresponsável se desfaça do animal. O dono deveria encontrar orientações a respeito da importância que terá, a partir momento da adoção, na vida do animal, e uma punição severa caso fosse omisso. A separação é um trauma muito grande na vida do animal, alguns acabam até falecendo. Um abrigo começa sempre com as melhores intenções. Se seu fundador tem uma certa coerência, determina um número limite de animais a serem abrigados. Mas o objetivo nunca é atingido. Em pouco tempo, o limite anteriormente fixado é expandido. E quem pensava ter 50 animais se vê com 100, 200, sem condições para alimenta-los, vacina-los, mantê-los limpos, higienizar as instalações, etc. Do lado oposto de quem sonha em montar um abrigo, existe a crença das pessoas de que basta pegar um animal na rua e coloca-lo num abrigo para resolver o problema. A posse responsável é o melhor caminho, o mais correto e justo para a convivência com os animais. Cada cidadão deve ser responsável pelo seu animal.

EcoViagem: Fale um pouco sobre o Dia Nacional de Adotar um Animal. Esta campanha, que foi lançada aqui no Ecoviagem, tem conseguido atingir seu objetivo?
Vininha: Tenho conseguido um resultado surpreendente! Eu idealizei esta campanha, que foi lançada no ano passado e, a partir daí, estou empenhada em criar esta data especial, onde incentivamos a adoção dos animais abandonados. O dia escolhido foi 4 de outubro, dia de São Francisco de Assis, o verdadeiro protetor dos animais, que deverá se transformar no DIA NACIONAL DE ADOTAR UM ANIMAL, representando também uma grande oportunidade para debatermos o problema de forma abrangente, na busca de uma solução definitiva. Existem milhares de animais à espera de uma vida digna, uma chance de encontrar comida, um teto, saúde e carinho, enfim, de encontrar uma família, que possa tratá-lo com respeito e dignidade. A idéia não é somente incentivar a adoção apenas no sentido da palavra, mas que ela seja vista como uma opção na hora de adquirir um animal, sem preconceitos. Temos que substituir o problema do abandono pela oportunidade da adoção. No dia 4 de outubro de 2002, foram realizadas muitas atividades voltadas para a conscientização, valorizando a importância da adoção e da criação desta data, na esperança de amenizar o sofrimento de muitos animais. Eu continuo trabalhando para que, neste ano, a data consiga se fortalecer ainda mais. Mantive contato com a Ordem dos Freis Franciscanos, salientando que a participação da igreja será muito importante para criarmos este elo dentro da sociedade. Muitos veículos de comunicação apoiaram a iniciativa e se dispuseram a colaborar nas divulgações futuras. A revista do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Espírito Santo publicou um artigo visando instituir o dia 4 de outubro como data para o `Dia Nacional de Adotar um Animal”. O Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul também já manifestou apoio para fortalecermos nossa proposta. Recentemente, obtive apoio de um dos maiores portais de Portugal, (www.cantinhodocachorro.com) que se comprometeu a divulgar a idéia naquele país. Tento plantar a “semente” nos mais variados segmentos da sociedade, e tenho certeza de que ela irá florescer no coração das pessoas sensíveis e dará excelentes frutos. O meu lema é: “Plantemos a semente da caridade. Colheremos os frutos do amor”.

EcoViagem: O que visa a sua Campanha “Cidade Amiga dos Animais”?
Vininha: A campanha “Cidade Amiga dos Animais” é um projeto meu que está sendo divulgado pelo site www.kennelclub.com.br, em parceria com outros sites relacionados à Defesa Animal e Turismo, e está conseguindo atingir seus objetivos .Muitos municípios manifestaram interesse em participar deste projeto, que visa despertar o compromisso do Turismo para com a Cidadania. O bem estar animal não pode mais ser considerado pelas autoridades e pela comunidade como um ato de caridade, e sim como uma obrigação legal. O respeito ao direito dos animais precisa ser encarado como um potencial turístico, pois demonstra que existe na cidade um alto grau de civilidade. Não adianta ficarmos apenas cobrando uma atitude das Secretarias de Turismo, nem mesmo agredi-las, precisamos motivá-las a seguir o exemplo das cidades que já realizam um trabalho de valorização da causa animal. É mais fácil convencer alguém a mudar de atitude frente a uma situação, através de um exemplo que está trazendo resultados positivos a todos, do que simplesmente o atacar com críticas, que muitas vezes já está cansado de ouvir. O fundamental é levantarmos a bandeira: “Turismo exige Cidadania”, implicando em direitos e deveres para com todas as formas de vida. Qualidade de vida é um atrativo turístico muito forte, que precisa ser reconhecido e divulgado através de sites, revistas especializadas e demais veículos de comunicação. A nossa proposta é engajar aliados, ajudando a cobrar a responsabilidade que envolve todos os cidadãos no que diz respeito ao direito dos animais. É possível indicar cidades que mereçam ser destacadas e incentivadas neste trabalho realizado nos municípios. O Turismo é uma bandeira muito forte, que poderá trazer enormes benefícios se soubermos conciliar estes interesses.

EcoViagem: Como os movimentos de defesa dos animais tratam a questão dos Centros de Controle de Zoonoses e que estratégia deveria ser adotada para transformá-los numa conduta aceita pelos protetores?
Vininha: Os Centros de Controle de Zoonoses visam trazer benefícios ao homem e, por isso, sentem-se no direito de eliminar os animais que possam transmitir algum tipo de dano à sociedade. A partir do momento em que tivermos uma nova mentalidade, que não permita que animais sejam abandonados à própria sorte, estaremos reduzindo as atrocidades cometidas em nome do controle das zoonoses. A castração tem sido estimulada pelos movimentos de defesa dos animais, e se apresenta como uma excelente opção para pouparmos que seres inocentes acabem pagando com a vida pela falta de sensibilidade de quem considera a morte um meio mais fácil de eliminarmos um problema, ao invés de buscarmos sua solução efetiva. A principal finalidade dos Centros de Controle de Zoonoses deveria ser a prevenção, através de campanhas educativas, evitando a procriação descontrolada de animais, desestimulando a comercialização de filhotes e incentivando a adoção de animais abandonados. As verbas governamentais precisam ser direcionadas para campanhas de esterilização e vacinação.

EcoViagem: De que outra maneira, que não seja pela adoção, que para um grande número de pessoas é impraticável; podemos contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos animais?
Vininha: Engajando as escolas e demais entidades representativas da sociedade numa campanha educativa, que ressalte a posse responsável, a necessidade da castração e, principalmente, que condene a omissão diante do sofrimento destes seres indefesos. Se cada um se dispuser a realizar um pequeno ato para reverter esta situação, em breve, conseguiremos implantar uma nova mentalidade. A Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias da Câmara Federal aprovou, na quarta-feira 11/12, proposta (PL 5913/01) cujo objetivo é ampliar a proteção aos animais, sobretudo domésticos. Entre outras medidas, o texto enumera as condutas consideradas como maus tratos e que são, conforme a legislação ambiental (Lei 9605/98), passíveis de punição, com prisão por três meses a um ano. O projeto, de autoria do deputado Lincoln Portela (PSL-MG), prevê que compete ao Poder Público e à coletividade combater a crueldade contra os animais, defendendo-nos do extermínio, da exploração abusiva, do sofrimento e da morte desnecessários. Se aprovado, representará uma enorme possibilidade de experimentarmos uma nova realidade.

  
  

Publicado por em

Rosely

Rosely

10/09/2008 08:46:37
Bom dia,
Vininha, preciso entrar em contato via telefone, mande por E-mailpor favor.

Rosely