Expedição visita o Parque Nacional da Chapada das Mesas

A programação envolveu visitas técnicas, palestras e discussões sobre atividades turísticas, licenciamento ambiental de empreendimentos no entorno do parque e regularização fundiária.

  
  

Cerca de 50 pessoas participaram da expedição ao Parque Nacional da Chapada das Mesas, no Maranhão, organizada pelo Instituto Chico Mendes, Ibama, Ordem dos Advogados do Brasil e Secretaria de Estado de Turismo.

A programação envolveu visitas técnicas, palestras e discussões sobre atividades turísticas, licenciamento ambiental de empreendimentos no entorno do parque e regularização fundiária.

A importância do parque na conservação do cerrado e as principais ações do ICMBio na região no ano de 2007 foram tema da palestra do responsável pelo parque, Leôncio Lima.

As palestras e debates foram abertos à comunidade local, que participou com especial interesse da apresentação sobre os procedimentos para consolidação territorial, feitos pelos analistas ambientais Bruna Silva e Luciano Faria, da Coordenação Geral de Regularização Fundiária do ICMBio em Brasília.

O grupo visitou o complexo turístico da Pedra Caída, localizado na região de entorno do parque e que se encontra em fase de licenciamento para ampliação das instalações. A maioria dos atrativos turísticos da região, como a cachoeira da Pedra Caída e o Morro do Chapéu, em Carolina, e o Poço Azul e a cachoeira de Santa Bárbara, em Riachão, está na região de entorno do parque. Daí a importância da área protegida para a economia da região.

No interior do parque o grupo visitou as cachoeiras de São Romão e Prata, antigos atrativos turísticos de Carolina, cuja visitação vem crescendo continuamente desde a criação da unidade de conservação, em dezembro de 2005. Para os participantes, a expedição foi extremamente positiva. Nas próximas semanas, ações concretas serão tomadas para avançar na implementação do parque e na dinamização da atividade turística do entorno.

A expedição teve o objetivo de identificar as expectativas da comunidade e do poder público local e as demandas da administração do parque, especialmente no que se refere à consolidação territorial e ao uso turístico da área.

Além disso, buscou informar a população sobre as ações desenvolvidas pelo Ibama e ICMBio na região; esclarecer as principais dúvidas e mobilizar órgãos públicos e a sociedade civil organizada para definir parcerias e ações conjuntas em defesa do parque.

Fonte: Instituto Chico Mendes

  
  

Publicado por em

Regina Santos

Regina Santos

18/06/2009 09:07:30
Parabéns!
Sua atitude foi louvável, se a mesma atitude fosse tomada em relação ao rio Tocantins talvez as consequências fosse menos desastrosas, o governo investe tanto em desenvolvimento, que estamos pagando caro pela ganância de poucos. O que vai acontecer com os santuários que existe naquele local só depois de concretizado que iremos saber, não se sabe até que ponto a construção da hidreletrica do Estreito vai prejudicar, mais segundo os estudios de interesse politicos oferecendo mundos e fundos para os cidadãos do local que pouco possuem recursos para sua sobrevivência, que hidrelétrica só vai trazer beneficios para o povo. O que é uma ironia só as forças politica que estão ganhando com isso e o impacto ambiental será gigantesco e perderemos muitas espécies de plantas e animais. Não sou contra o desenvolvimento desde que seja feito de maneira consciente e não degrade tanto as riquezas naturais existente em nosso planeta.Se cada pessoa existente no planeta tomar conciência só por um dia que precisamos fazer algo que não cause nenhum impacto no meio ambiente a natureza ganhará mais um dia em equilibrio.

Deijacy Rego

Deijacy Rego

16/12/2008 20:30:26
Olá amigos, o parque Nacional da Chapada das Mesas
foi uma conquista da sociedade Brasileira
principalmente do movimento SOS Rio Farinha,
desencadiado qunto alguns tiranos da Natureza
queria a qualquer preço construir duas usina
hidreletrica nas maiores queda d.agua do Maranhão.
Foi preciso pessoas de bom sensso agi rapidamente
para que não ouvesse uma tragedia ambiental
sem precedende na historia do Maranhão.
Ná época todos os politicos com cargos
eletivos de Carolina ficaram a favor do projeto
danoso para o turismo da região, mesmo assim
eles deflagaram uma grande campanha para
viabilizar as usinas.
fundamos o movimento SOS Rio Farinha,
comandado pelo Sr. Pedro Bringel, Iroan Bezera,
Jaime Cerqueira, Dr. Ulisses Braga,Vagner Moreira,
Leonardo Borges, Espedito Barrozo, Adriana Carvalho, Jomar Fernandes, Teresinha Fernandes
Dr Marlom Reis. Dr. Jadilsom Serqueira,
e finalmente por min Deijacy Rego que tive uma
forte atuação no movimento, na frente da midia
falada e escrita de todo Brasil,
e hoje vejo a UC jogada ao leo sem uma atenção
voltada para os nativos, e nem os atrativos
naturais do entorno, o cambate ao incendio ainda
não saio do papel do ICM,BIO, e que os orgos
competente ainda não avançaram na consolidação
desta tão importante Unidade de Canservação
para esta Região, e o mundo.
É preciso uma grande mobilização com toda a
sociedade do entorno da UC, para que os conceitos
a respeto desta unidade não seja mais uma
esquecida como tantas pelo o Brasil a fora,
cadé os nosso politicos que depositam a responsabilidade aos ambientalistas que tiveram
a coragem de dizer não aqueles que só pensa
em lucro facil, gostaria que as pessoas de Carolina e
Região endendese que a UC não foi Criada por min
e que como cidadão dei a minha comtribuição,
pos sou muito abordado por pessoas de dentro da area
do parque, e muitas veses ameaçado, sem ter nada para
responder para os pessoas, pois ainda existe muita
falta de esclarecimentos para a população desta Região.
att Deijacy Rego

Presidente da Comissão Pro- Chapada das Mesas.