Missão de 100 empresários vai ao Amazonas de olho nas potencialidades da região

A Amazônia abriga cerca de um terço das florestas tropicais e mais de 20% das espécies vegetais e animais do mundo. É a região mais rica em biodiversidade do planeta. No entanto, historicamente o local tem sido explorado

  
  

A Amazônia abriga cerca de um terço das florestas tropicais e mais de 20% das espécies vegetais e animais do mundo. É a região mais rica em biodiversidade do planeta. No entanto, historicamente o local tem sido explorado ilegalmente, com ações predatórias e de desmatamento, que não geram benefícios econômicos e sociais para o Estado e para o Brasil.

Essa realidade está gerando um sólido movimento de empresários, governo e ambientalistas para a exploração racional da região, de maneira ordenada e comprometida com o equilíbrio do chamado pulmão do mundo.

Atenta a este cenário, uma força-tarefa acaba de se formar para, entre os dias 05 e 07 de outubro, realizar em Manaus, o Amazônia Fly-In, missão empresarial que deve reunir cerca 100 industriais, empresários dos mais variados segmentos e investidores.

“Queremos incentivar novos negócios no Amazonas. O Amazônia Fly-In foi delineado exatamente para o Estado apresentar as oportunidades, inclusive com incentivos fiscais, para atrair novos investidores para importantes setores, como têxtil, agro, construção civil, turismo e mineração. Mas a proposta vai além.

Buscamos trazer empresários para a região que possam, além de ajudar com o desenvolvimento sustentável da Amazônia, defender as riquezas locais, combatendo a exploração ilegal e as ações predatórias internacionais, o desmatamento e a degradação ambiental”, destaca o governador Eduardo Braga.

Além desses objetivos, o evento, promovido pelo Governo do Estado do Amazonas, em parceria com o Instituto Arruda Botelho (IAB) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), pretende incentivar o turismo e fortalecer transporte aéreo na região, ainda pouco explorado pelos próprios brasileiros e por estrangeiros.

“A região norte do País é muito extensa. São mais de três horas para atravessá-la de ponta a ponta. Assim, é preciso do avião para contribuir com seu desenvolvimento. Queremos incentivar o uso da aviação geral como alternativa ao meio de transporte local e fortalecer o sistema de tráfego aéreo, estimulando sua modernização.

Além disso, a Amazônia está na rota turística de aviadores norte-americanos e europeus, que passam pela região para ir ao Caribe, por exemplo, e poderiam fazer escalas no local”, afirma Fernando Arruda Botelho, presidente do IAB.

O Estado do Amazonas, o maior do Brasil, conta com aproximadamente 3,3 milhões de habitantes, em uma área de 1.558.987 km². A região tem grande potencial para o turismo aéreo, com infra-estrutura de hotéis, restaurantes, um aeroporto internacional e outros 40 espalhados em suas principais cidades.

“A Amazônia é patrimônio do Brasil, santuário ecológico do planeta. Uma região que merece o nosso respeito e que, de maneira responsável, deve receber investimentos que lhe permitam ser uma região auto-sustentável”, finaliza Paulo Skaf, presidente da FIESP.

Fonte: Texto Assessoria de Comunicações

Del Valle Editoria

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