Rio de Janeiro faz mutirão no Dia Mundial de Limpeza de Praias

O evento ocorre simultaneamente em mais de 120 países.

  
  

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, participa hoje (18), no Rio de Janeiro, de mutirão que marca o Dia Mundial de Limpeza de Praias, realizado pela Secretaria Estadual do Ambiente. O evento ocorre simultaneamente em mais de 120 países.

Na Praia de Copacabana, cerca de 250 voluntários, ambientalistas e catadores, associados à Federação das Cooperativas de Materiais Recicláveis (Febracom), se reunirão a partir das 9h na Avenida Atlântica, na altura da Rua Santa Clara, na 6ª edição da campanha, que se estenderá até o Posto 6.

No Arpoador, a Cooperativa Palmares ficará responsável pelo recolhimento dos resíduos e resultado da coleta. Cerca de 3,6 mil voluntários trabalharão no Rio. Serão distribuídos folhetos educativos, chamando a atenção da população para o problema da poluição do mar pelo lixo e a necessidade de limpeza das praias e preservação dos rios, mares e lagoas.

A secretária de Ambiente do Rio, Marilene Ramos, disse que as praias do estado, muitas vezes, estão sujas e entupidas de lixo e destacou a importância do Dia Mundial de Limpeza de Praias. “É um dia de consciência. Um dia de chamar a atenção da população para a sua responsabilidade”.

Ela lembrou que o governo estadual e a prefeitura se esforçam para limpar as praias e manter os rios e baías limpos. “Mas a população tem que fazer a sua parte. É um dia de chamar a atenção para essa responsabilidade comum”, afirmou.

A adesão do estado à campanha internacional começou em 2003 e se tornou parte do calendário do governo fluminense, integrando a agenda anual do Pacto de Resgate Ambiental do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

A campanha mundial foi iniciada em 1986 pela organização não governamental norte-americana The Ocean Conservancy (Centro para a Conservação da Vida Marinha). No ano passado, a campanha conseguiu reunir 390.881 voluntários de 100 países, que recolheram 3,4 mil toneladas de lixo. No Brasil, o evento ocorre há cerca de dez anos.

Fonte: Agência Brasil
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