Agropalma apresenta estudo sobre a fauna Amazônica

Localizados no leste do estado do Pará, próximos ao chamado `arco do desmatamento`, os 50 mil hectares de reservas florestais do Grupo Agropalma, maior produtor de palma da América Latina, estão hoje entre as mais importantes reservas da região Amazônica.

  
  

Localizados no leste do estado do Pará, próximos ao
chamado `arco do desmatamento`, os 50 mil hectares de
reservas florestais do Grupo Agropalma, maior produtor de
palma da América Latina, estão hoje entre as mais
importantes reservas da região Amazônica. Esta é a
conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) e UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas).

A pedido da própria empresa, o levantamento de aves e
mamíferos ocorreu entre os meses de janeiro a fevereiro e de agosto a setembro de 2004, de forma a contemplar os
períodos de chuva e seca típicos da região Norte do país.

No total, foram percorridos 119 quilômetros, nos quais
avistou-se 338 espécies de aves e 27 espécies de mamíferos de médio e grande portes. Uma das principais justificativas para se usar esses animais em avaliação de qualidade de mata é o fato de responderem rapidamente às alterações em seus ambientes.

Das espécies de aves identificadas, seis são consideradas pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) como ameaçadas de extinção, o que corresponde a cerca de 60% das espécies de aves ameaçadas em toda a Amazônia brasileira. São elas: ararajuba (Guarouba guarouuba), tiriba-pérola (Pyrrhura lepida lepida), araçari-de-pescoço-vermelho (Pteroglassus bitorquatus bitorquatus), arapaçu-de-taoca-maranhense (Dendrocincla merula badia), arapaçu-barrado-do-nordeste (Dendrocolaptes certhia medius) mãe-de-taoca-pintada (Phlegopsis nigromaculata paraensis) e papagaio-moleiro (Amazonas farinosa).

Quanto aos mamíferos, os pesquisadores encontraram cinco espécies ameaçadas de extinção: caiarara (Cebus kaapori), descrita há pouco tempo pela ciência e considerada pelo IBAMA como criticamente ameaçada, Chiropotes satanas (Cuxiú-preto), gato-maracajá (Leopardus wiedii), gato-do-mato (Leopardus tigrinus) e onça-pintada (Panthera onça).

A hipótese dos especialistas para a rara presença de araras, como a arara-canga (Ana macao), é a perda e a destruição de seu habitat, além da captura para o mercado ilegal.

Quanto aos beija-flores, foram vistas 13 espécies, entre elas o beija-flor-de-cauda-de-raquete (Discosura longicauda), uma espécie pouquíssimo conhecida. O menor gavião do Brasil, o gaviãozinho (Gampsonyx swainsonii), foi outra das surpresas encontradas durante o levantamento.

Sobre o Grupo Agropalma

Com áreas de plantio e extração com extensão de mais de 32 mil hectares situados nos municípios paraenses de Tailândia, Acará e Moju, a 150 quilômetros de Belém na capital estão a refinaria e a unidade de acondicionamento de gorduras, o Grupo Agropalma é atualmente responsável pela geração de 2,8 mil empregos diretos.

Grande parte desses trabalhadores vive nas agrovilas e nos alojamentos disponibilizados pela empresa, onde contam com clubes recreativos, refeitórios, ambulatórios, farmácia, escola de ensino fundamental, energia elétrica, captação e tratamento de água.

O grupo vem investindo há mais de 20 anos na região
Amazônica através da implantação de seu complexo
agroindustrial, que contempla o plantio da palma e a
produção de óleo para o abastecimento dos mercados nacional e internacional.

Essa iniciativa fez com que a empresa desenvolvesse uma infra-estrutura de apoio na região: instalação de energia elétrica, abastecimento de água, assistência médica, criação de malha viária e até a construção de residências.

Medidas que vêm gerando receita e proporcionando melhoria de vida ao trabalhador do campo que, assim, não vê a necessidade de buscar alternativas fora de seu habitat.

Já foram empregados mais de US$ 150 milhões no
empreendimento, valor que traduz o maior investimento que uma instituição de capital privado nacional já realizou em cultura de palma na América Latina.

Isso comprova o compromisso da Agropalma em conciliar o desenvolvimento sustentável, através de atividades ecologicamente corretas, e o desenvolvimento social, a partir de alternativas econômicas viáveis para a região.

Fonte: Accesso

  
  

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