Pico mais alto do estado será protegido por Reserva Particular do Patrimônio Natural

Situada na Serra da Mantiqueira, a reserva protegerá o pico mais alto do estado de São Paulo - Pedra da Mina - com 2.798 metros

  
  

A região do Vale do Paraíba ganhará mais uma unidade de conservação: a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Pedra da Mina, localizada no município de Queluz.

Situada na Serra da Mantiqueira, a reserva protegerá o pico mais alto do estado de São Paulo - Pedra da Mina - com 2.798 metros.

De acordo com o proprietário da Fazenda Jaboticabal, onde está localizada a RPPN, a área da reserva sempre foi mantida intocada pela família, que só usava um terço do seu território total de 891 hectares com criação de gado, plantações de milho e floresta de eucalipto. O restante do espaço sempre foi destinado à preservação.

A RPPN, que protegerá 632,82 hectares de mata atlântica preservada, será reconhecida oficialmente na próxima quarta, 17, às 11h, em solenidade que acontecerá na própria fazenda.

Na oportunidade, o secretário estadual do Meio Ambiente Bruno Covas entregará ao proprietário o documento que institui a reserva como uma unidade de conservação.

A RPPN Pedra da Mina será uma das três maiores RPPNs de mata atlântica do Brasil, tendo três vezes o tamanho médio das mais de mil reservas desse tipo existentes no país (das quais cerca de 750 ficam no bioma Mata Atlântica).

Atualmente o estado de São Paulo possui 72 RPPNs instituídas, abrangendo uma área de 19.911,4 hectares.

Serviço

Reconhecimento da Reserva Particular do Patrimônio Natural - RPPN Pedra da Mina

17 de julho de 2013, às 11h

Fazenda Jaboticabal - Bairro do Entupido (Fazenda de Ivan Jardim Monteiro) - Queluz/SP

Visite: www.revistaecotour.com.br

Fonte: Secretaria de Estado do Meio Ambiente

  
  

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Riale

Riale

17/10/2013 21:31:21
Fico extasiado quando leio sobre alguém que está preocupado em preservar e não transformar recursos naturais em bens materiais. A natureza e o bem estar do planeta agradecem. Faço Eng. Ambiental por ideologia e mesmo no curso e olha que é na UFScar, a maioria senão todos, estão preocupados em ser Engs e com isso, angariar cargos maiores. Irão trabalhar no poder público e provavelmente, não farão nem um projeto obrigando os munícipes a fazer uma lixeira em frente às suas casas.