Ativistas do Greenpeace são liberados no Rio de Janeiro

Os 10 ativistas do Greenpeace detidos esta manhã, após um protesto pacífico na INB (Indústrias Nucleares do Brasil), foram liberados pela polícia às 20h desta terça-feira, depois de pagarem uma fiança. Na ação, que deverá ainda motivar um processo jud

  
  

Os 10 ativistas do Greenpeace detidos esta manhã, após um protesto pacífico na INB (Indústrias Nucleares do Brasil), foram liberados pela polícia às 20h desta terça-feira, depois de pagarem uma fiança.

Na ação, que deverá ainda motivar um processo judicial, os ativistas fecharam as portas da empresa, a fim de exigir que o governo brasileiro pare imediatamente de investir em energia nuclear, uma fonte poluente e perigosa.

Depois do protesto, o diretor de campanhas do Greenpeace, Marcelo Furtado, entregou uma carta ao secretário-geral do Ministério de Minas e Energia, Maurício Tomalsquin, e ao secretário de política de informática e tecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia, Francelino Lamy Grando, explicando os motivos da manifestação, durante o 10o Congresso Brasileiro
de Energia.

Além disso, pôde esclarecer que o Greenpeace é uma organização independente, que não aceita contribuições de
empresas, partidos ou governos - após uma afirmação equivocada do secretário de Estado de Energia do Rio de Janeiro, Wagner Victer, feita durante o evento. O congresso, presidido por Luiz Pinguelli Rosa, está sendo realizado no Rio de Janeiro entre 26 e 28 de outubro.

Fonte: Greenpeace

  
  

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