Banco do Nordeste capta recursos para investir no desenvolvimento da pecuária na vegetação Caatinga

O Banco do Nordeste está articulando a contratação de um financiamento de 6,123 bilhões de Yenes, o que corresponde a aproximadamente R$ 180 milhões, junto ao Japan Bank for International Cooperation (JBIC) para o financiamento da tecnologia do Sistema CB

  
  

O Banco do Nordeste está articulando a contratação de um financiamento de 6,123 bilhões de Yenes, o que corresponde a aproximadamente R$ 180 milhões, junto ao Japan Bank for International Cooperation (JBIC) para o financiamento da tecnologia do Sistema CBL, processo de desenvolvimento da pecuária na vegetação Caatinga, em consórcio com o capim Buffel e a leguminosa Leucena.

Nesse sentido, três executivos do JBIC estiveram no Brasil recentemente para conhecer as experiências de empreendimentos nordestinos que adotam a tecnologia, e surpreenderam-se com os resultados obtidos. Animais saudáveis, em um período rigoroso de seca, queijos de leite de cabra feitos nas propriedades e o bem-estar das famílias dos agentes produtivos.

Segundo o Gerente do Ambiente de Políticas de Desenvolvimento do Banco do Nordeste, Tarcízio Murta, os trâmites para contratação do financiamento com o banco japonês estão bastante adiantados.

“Enquanto isso, o Banco do Nordeste está atendendo aos interessados na tecnologia do Sistema CBL com recursos do FNE-Verde,
que se caracteriza por oferecer condições especiais aos projetos que contribuam diretamente para a preservação e conservação do meio ambiente”, declara.

O Sistema CBL foi desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com o apoio do Banco do Nordeste, e pode proporcionar ganhos substanciais na produtividade pecuária, principalmente para a ovinocaprinocultura, uma das principais vocações econômicas da Região.

Além disso, a tecnologia proporciona a conservação da vegetação caatinga e apresenta a possibilidade de fazer adequações em sua configuração básica, podendo substituir o capim Buffel por outra variedade e a Leucena por outra leguminosa que seja mais adaptável a cada tipo de terreno.

Fonte: AssCom Social Banco do Nordeste

  
  

Publicado por em