Caçadores querem financiar pesquisas sobre biodiversidade no Rio Grande do Sul

A FZB - Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul e a Federação Gaúcha de Caça e Tiro assinaram na quarta-feira (6/8) convênio para viabilizar a pesquisa de caça cinegética deste ano. De acordo com a legislação em vigor, a caça só pode ser liberada ap

  
  

A FZB - Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul e a Federação Gaúcha de Caça e Tiro assinaram na quarta-feira (6/8) convênio para viabilizar a pesquisa de caça cinegética deste ano.

De acordo com a legislação em vigor, a caça só pode ser liberada após a realização da pesquisa, que estabelece regras para o abate dos animais, garantindo a sobrevivência das espécies e evitando prejuízos ambientais.

Caçadores querem financiar outras pesquisas

O presidente da Federação Gaúcha de Caça e Tiro, Lúcio Paz, anunciou o interesse dos caçadores em financiar outras pesquisas sobre biodiversidade e não apenas sobre espécies cinegéticas.

`Somos os maiores interessados na conservação das espécies`, disse Paz. `Dói muito ver a caça ilegal e a destruição dos ecossistemas - damos todo o apoio à fiscalização da Brigada Militar`, completou.

O diretor do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica, jornalista Ney Gastal, afirmou que a Fundação está cumprindo o seu papel, que é de realizar a pesquisa, indicando cotas, locais e períodos adequados para a conservação das espécies, lembrando que é fundamental combater a caça ilegal, que não observa regras, podendo causar a extinção de espécies.

Atrasos :

Gastal também garantiu que não haverá atrasos na pesquisa para a próxima portaria de caça, destacando que a Zoobotânica apresenta os relatórios sobre a caça de campo e de banhado em audiências públicas anuais, com a presença de instituições como o Ministério Público e todos os interessados, possibilitando, assim, a manifestação da sociedade.

Fonte: Ecoagencia de Notícias

  
  

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