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Composto sintético promove regeneração óssea e pode ser usado na limpeza de áreas poluídas

Um osso sintético de fácil uso clínico, que pode ser empregado em implantes e próteses para preencher cavidades ósseas ou dentárias. O material, uma biocerâmica à base de fosfato de cálcio, tem composição química similar a de estruturas que formam o tecid

21 de Junho de 2004.
Publicado por Equipe EcoViagem  

Um osso sintético de fácil uso clínico, que pode ser empregado em implantes e próteses para preencher cavidades ósseas ou dentárias. O material, uma biocerâmica à base de fosfato de cálcio, tem composição química similar a de estruturas que formam o tecido humano e serve como matriz para a regeneração das células ósseas.

Pode ser implantado e permanecer por longos períodos de tempo em regiões do corpo que sofreram perdas ósseas. Todas essas características estão presentes no osso sintético que está sendo desenvolvido por pesquisadores do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

Mas o cientistas foram mais longe e estão conseguindo um produto diferenciado em relação aos existentes no mercado, uma vez que o novo material serve também como indutor do crescimento ósseo.

“O objetivo é produzir um material que estimule ao mesmo tempo a regeneração e o crescimento do osso num curto espaço de tempo, aliviando a dor do paciente”, disse Alexandre Malta Rossi, do Grupo de Materiais Biocerâmicos do CBPF, à Agência FAPESP. Por conta disso, os cientistas trabalham com cristais em formatos nanoestruturados equivalentes aos fosfatos de cálcio.

“Estamos criando um material sintético muito próximo à fase mineral do osso, assimilando componentes orgânicos que servem como estimulantes, como, por exemplo, as moléculas responsáveis pela formação das células ósseas”, explica.

O novo material está em fase de testes “in vitro”. Os testes em humanos, segundo Rossi, serão realizados em breve. As pesquisas desenvolvidas no CBPF indicam que, além da área médica, a cerâmica poderá ser usada para absorver metais pesados e tóxicos em aplicações que visem à limpeza de águas poluídas, rejeitos industriais e solos contaminados.

O estudo conta com a participação dos grupos coordenados por Rossi e por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro: Glória Soares (Departamento de Metalurgia e Materiais), Marcos Farina (Instituto de Ciências Biomédicas), Maria H. R. Leão (Instituto de Química) e Radovan Borojevic (Departamento de Histologia e Embriologia).

Fonte: FAPESP


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Comentários

Sonia Regina dos Santos

 postado: 1/8/2010 14:15:48editar

Nossa é sem dúvida uma revolução, que com certeza vai aliviar e mto o sofrimento humano, onde hoje lendo esta notícia me enchi de alegria na esperança de que finalmente poderia encontrar uma solução para o meu problema: Tive uma grande perda óssea e sofro mto com isso sendo que a estética bucal ficou horrível, não posso mais sorrir me sinto mto triste. Encontro-me desempregada no momento, mas gostaria de poder fazer o implante c osso sintético para preenchimento. Gostaria de melhores esclarecimentos e qual é o procedimento para me inscrever como voluntária dos testes em humanos e qual é o custo? Desde já agradeço e que Deus os abençoe.

 

 

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