Estrutura sustentável é um dos destaques do Viva a Mata 2008

Será realizada ainda a coleta seletiva de todo material reciclável antes, durante e depois do evento, que serão encaminhados diariamente para a reutilização ou reciclagem

  
  

A quarta edição do Viva a Mata – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica, promovida pela Fundação SOS Mata Atlântica, entre os dias 30 de maio e 1º de junho, das 10 às 18h, na Marquise do Parque Ibirapuera (SP), apresenta uma vasta programação relacionada a questão ambiental e, demonstra uma grande preocupação com o meio ambiente refletida em toda a sua estrutura física.

Serão utilizados materiais como garrafas PET, piso OSB (Oriented Strand Board, ou Painel de Tiras Orientadas) e gerador movido a biodiesel, além da coleta seletiva dos materiais recicláveis.

Este ano, o cenário foi idealizado pelo cenógrafo Beto von Poser e a equipe de criação da sua empresa Cenário Brasil, que traz a proposta de criação de estandes feitos com materiais reaproveitados, como as garrafas PET.

O OSB é um material conhecido por causar pouco impacto ao meio ambiente, pois não são utilizadas árvores adultas em sua fabricação e a matéria-prima é constituída por madeira de pequena dimensão vinda de florestas geridas de maneira sustentável.

Com a utilização de materiais simples e de baixo custo, o cenógrafo levará ao público a mensagem ‘faça você mesmo’.“Quando eu compro um produto sustentável, sei que estou dando minha contribuição ao Planeta e assim me sinto um consumidor mais responsável. Essa contribuição toma proporções maiores quando tenho a oportunidade de mostrar diversas possibilidades de reutilização desses materiais”, explica Beto von Poser.

O Viva a Mata conta também com a utilização de gerador movido a biodiesel, um combustível orgânico e renovável, produzido a partir de fontes vegetais misturado com etanol ou metanol, que diminui a emissão de gases de efeito estufa; rampa de acesso a todos os estandes e tradução simultânea para deficientes auditivos.

Será realizada ainda a coleta seletiva de todo material reciclável antes, durante e depois do evento, que serão encaminhados diariamente para a reutilização ou reciclagem, pela ONG Pueras.

A verba obtida com a venda dos materiais será revertida para a cooperativa de catadores Viva Bem. Serão espalhadas apenas dois tipos de latas para os participantes do Viva a Mata despejarem o material: não recicláveis e recicláveis, com vistas a facilitar a coleta seletiva e conquistar uma melhor adesão por parte do público.

A organização contará também com um espaço atrativo, denominado Usina de Triagem, onde além de realizar o trabalho de coleta, a ONG realizará apresentações teatrais e oferecerá mais informações aos visitantes do que é reciclagem e reutilização, o que as pessoas podem fazer no dia-a-dia, como separar o material, por meio de educadores ambientais e monitores.

O Viva a Mata apresenta uma extensa programação: palestras, debates, exposições de organizações que atuam em diversas regiões com projetos pela conservação da Mata Atlântica, estandes temáticos, oficinas, peças de teatro, maquetes interativas, lançamento de livros, atividades com voluntários, entre outras manifestações artísticas.

Sobre o Viva a Mata:

Organizado pela Fundação SOS Mata Atlântica, o Viva a Mata tem como principais objetivos comemorar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27 de maio), promover a troca de informações e experiências entre os que lutam pela conservação deste Bioma, realimentar o movimento ambientalista, e informar e conscientizar a sociedade. Na edição passada, o Viva a Mata reuniu cerca de 200 expositores e recebeu aproximadamente 75 mil pessoas interessadas em conhecer o que está sendo feito no País pelo Bioma e aprender sobre como melhorar sua relação com o meio ambiente.

O evento deste ano terá o apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e já tem confirmada a participação do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, Conservação Internacional, Arte em Pneus, Fundação Tamar, Vento em Popa e diversas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN).

Fonte: Lead Comunicação Organizacional

  
  

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