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Política de manejo florestal e extrativismo é lançada em seminário

O seminário é fruto do convênio firmado entre o Instituto de Florestas do Pará (Ideflor), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri).

7 de Abril de 2009. Publicado por Equipe EcoViagem  

O “Seminário Apoio ao Manejo Comunitário e Agregação de Valor aos Produtos Extrativistas” marca nesta última segunda-feira (6)o lançamento da Política Estadual de Manejo Florestal e Extrativismo para o oeste do Pará. O evento, com abertura oficial às 17 horas, prossegue até terça-feira (8), unindo pesquisadores e representantes do poder público e de instituições não governamentais, no hotel Beira Rio, em Belém.

O seminário é fruto do convênio firmado entre o Instituto de Florestas do Pará (Ideflor), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri).

Esse é o primeiro de cinco eventos que serão realizados congregando as propostas e contribuições da região oeste. “Estamos seguros de que haverá um debate qualificado sobre os principais limites e oportunidades das iniciativas de manejo florestal comunitário e extrativismo na Amazônia, o que poderá contribuir para o alinhamento estratégico e potencialização das ações planejadas pelo Ideflor e instituições parceiras no âmbito do fortalecimento da economia florestal paraense”, afirmou Fabrício Ferreira, diretor de Desenvolvimento de Cadeia Florestal do Ideflor.

Participação popular - Até o final do ano, mais três debates serão realizados nos municípios de Altamira (região Xingu), Santarém (Baixo Amazonas) e Itaituba (região Tapajós). Segundo Cesar Tenório, pesquisador do Ipam, uma das características dos eventos nos municípios é a participação popular, principalmente das pessoas que trabalham com manejo comunitário e extrativismo, que serão os principais beneficiados com a implementação da Política Estadual de Manejo Florestal e Extrativismo para o oeste do Estado.

“O principal entrave do manejo é agregar valor ao produto. Os comunitários extraem a castanha, por exemplo, e vendem para atravessadores por um preço irrisório. Com uma nova política extrativista definida, será possível fazer melhorias e permitir que os produtores conheçam a cadeia produtiva em toda a sua extensão. Faremos um diagnóstico da situação, identificando entraves e potencialidades”, ressaltou Tenório.

As propostas consolidadas nos cinco seminários deverão ser apresentadas à Comissão Estadual de Extrativismo e à Câmara Setorial de Extrativismo, presididas pelo Ideflor.

Fonte: Agência Pará de Notícias

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