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Móveis sustentáveis ganham mercado internacional

Troncos, galhos e raízes descartados naturalmente pela natureza são transformados em cadeiras, mesas, aparadores e peças de decoração, no interior da Bahia

4 de Setembro de 2012.
Publicado por Equipe EcoViagem  

Troncos, galhos e raízes descartados naturalmente pela natureza são transformados em cadeiras, mesas, aparadores e peças de decoração

Troncos, galhos e raízes descartados naturalmente pela natureza são transformados em cadeiras, mesas, aparadores e peças de decoração
Foto: Divulgação

Troncos, galhos e raízes descartados naturalmente pela natureza são transformados em cadeiras, mesas, aparadores e peças de decoração, no interior da Bahia. O empresário Euvaldo de Araújo Maia Filho construiu a Camacã Design, há oito anos, tendo a sustentabilidade como pilar. Essa é a primeira empresa do Brasil a conseguir madeira morta da Mata Atlântica, certificada e cadastrada em órgão ambiental, para produzir móveis e outros artigos.

A empresa começou com dois funcionários e um faturamento de R$ 3 mil. A produção inicial era de nove peças por mês. Hoje, as encomendas não param de chegar, tanto do Brasil quanto do exterior. Para entregar tudo a tempo, a Camacã tem 12 colaboradores e um faturamento mensal de R$ 30 mil, o que corresponde a uma produção em torno de 60 móveis exclusivos.

Euvaldo conta que a empresa identifica e cataloga todas as árvores mortas, originárias do ecossistema da cabruca, termo regional do sul da Bahia para o plantio do cacau em mata nativa. O trabalho do empresário rendeu o convite do Sebrae para participar da Equipotel 2012, a maior feira de hotelaria e gastronomia, que ocorre de 10 a 13 de setembro no Anhembi (São Paulo).

Nesta edição do evento, são esperados mais de 1.200 expositores de 60 setores da economia, num espaço de 60 mil m². Eles irão apresentar lançamentos, tendências e inovações tecnológicas em equipamentos, produtos, serviços, alimentos e bebidas para hotéis, motéis, flats, restaurantes, bares, lanchonetes, empresas de fast-food, casas noturnas, cozinhas industriais, hospitais e lavanderias.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Comentários

regina

 postado: 4/9/2012 14:50:14editar

se realmente sao descartados pela naturereza, naturalmente... eu acho bacana a ideia.

 

Flor

 postado: 4/9/2012 17:07:03editar

Pena serem tão caros.

 

Maria

 postado: 4/9/2012 17:25:00editar

Adorei! Temos que preservar as árvores e a natureza. Parabéns a Empresa pela iniciativa.

 

tereza Sena

 postado: 4/9/2012 17:40:33editar

Sou amazonense e aqui nos temos variedades de troncos, galhos e raízes que descem o Rio Amazonas trazidos pela correnteza quando acontece o "fenomeno da terra caída". Seria interessante que aquí também os designs aproveitassem essa riqueza para reproduzirem peças tão lindas quanto a que foi mostrada na reportagem.

 

Bruno Nigro

 postado: 4/9/2012 17:54:22editar

Boa reportagem. Acho que no futuro a madeira valerá mais que o ouro. Acabei de podar uma goiabeira, cujos semi troncos são lindos. Seriam bem aproveitáveis para obras artesanais. Pena que vão ter que parar numa caçamba de lixo. Já oferecí como lenha, mas ninguém quer.

 

 

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