Devolução de embalagens vazias de agrotóxicos cresce 11,2% no primeiro bimestre

Nos dois primeiros meses de 2005, os produtores rurais devolveram 2.463 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos. O volume é 11,2% maior que o total alcançado no passado, quando foram devolvidas 2.216 toneladas nas unidades de recebimento em todo o p

  
  

Nos dois primeiros meses de 2005, os produtores rurais devolveram 2.463 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos. O volume é 11,2% maior que o total alcançado no passado, quando foram devolvidas 2.216 toneladas nas unidades de recebimento em todo o país. Os números foram divulgados hoje (14/03) pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV).

Os estados do Paraná, Mato Grosso, São Paulo e Goiás registraram os maiores índices de recolhimento, representando 67,2% do total devolvido no primeiro bimestre de 2005. Os agricultores do Paraná devolveram 544 toneladas de embalagens, 22,1% do total recolhido no país.

O Mato Grosso atingiu a marca de 445 toneladas, ou seja, 18,1% do índice nacional e o estado de São Paulo destinou 342,8 toneladas, 13,9% do total recolhido. Os produtores de Goiás recolheram 323,8 toneladas, o que representou 13,1% do volume total.

Santa Catarina foi o estado que mais aumentou seus índices de devolução. Nos dois primeiros meses de 2005, o estado recolheu 99 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas, um incremento de 252,8% na comparação com o primeiro bimestre de 2004.

Goiás fica em segundo lugar no ranking de crescimento, com 95,9% a mais em janeiro e fevereiro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado (de 165 para 323,8 toneladas), seguido de São Paulo, que recolheu 23,3% a mais de recipientes (489 para 544 toneladas).

Segundo o inpEV, o aumento dos índices de recolhimento deve-se à mobilização de todos os elos do sistema de destinação final (agricultor, canais de distribuição, indústria e poder público), além do crescimento da malha de recepção de embalagens.

O intenso trabalho de educação e conscientização dos produtores desenvolvido em todo o Brasil com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento também contribui para os resultados.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

  
  

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