Documento derruba 19 mitos contra biotecnologia

Que os fatos falem por si. Este é o título do mais recente documento avalizado por 10 associações americanas, lideradas pela ASA - American Soybean Association (Associação Americana de Soja), que elenca 19 mitos (denominados factóides) a respeito da biote

  
  

"Que os fatos falem por si." Este é o título do mais recente documento avalizado por 10 associações americanas, lideradas pela ASA - American Soybean Association (Associação Americana de Soja), que elenca 19 mitos (denominados factóides) a respeito da biotecnologia, assim como uma contra-argumentação específica para cada um deles, com base em dados científicos e estatísticos.

O documento destaca que o uso de organismos geneticamente modificados (OGMs), ao contrário do que dizem os críticos, beneficia o meio ambiente.

"A adoção generalizada do plantio direto, especialmente na cultura da soja, foi facilitada pelo uso da planta resistente a herbicidas", afirma o relatório.

O plantio direto é uma técnica que permite ao agricultor plantar sem necessidade de arado, reduzindo a erosão e mantendo a umidade natural do solo.

Além disso, ressalta que os "agricultores americanos estão cientes do debate na União Européia sobre a adoção da biotecnologia agrícola" e mostra, com números, que a resistência européia não impediu um crescimento das exportações norte-americanas para o continente.

"Ao final de agosto de 2002, as exportações americanas de soja à União Européia foram 14% maiores que no mesmo período de 2001, com 7,7 milhões de toneladas métricas", informa o relatório.

O texto trata dos aspectos ambientais, médicos, agrícolas, comerciais e legais dos OGMs, fornecendo respaldo para o leitor se aprofundar no assunto.

Além da ASA, representada pelo seu diretor técnico, Kimball Nill, assinam o relatório outras nove associações de agricultores norte-americanos, entre as quais o National Cotton Council (Conselho Nacional de Algodão) e a National Corn Growers Association (Associação Nacional de Produtores de Milho).

Para obter o relatório na íntegra, acesse o site da ASA.

Fonte: ASA

  
  

Publicado por em