SOS Mata Atlântica participa da 22ª Conferência das Partes de Mudanças Climáticas

Além de acompanhar as negociações e propostas dos países participantes, é apresentar a expertise da ONG na área de restauração florestal.

  
  

A Fundação SOS Mata Atlântica participa da 22ª Conferência das Partes de Mudanças Climáticas (COP), que acontece até 18 de novembro, em Marrakesh, no Marrocos.

O objetivo, além de acompanhar as negociações e propostas dos países participantes, é apresentar a expertise da ONG na área de restauração florestal.

O Brasil colocou como uma de suas metas na área de clima o restauro de 12 milhões de hectares até 2030. A Fundação já conseguiu, por meio de seus projetos, promover o plantio de mais de 36 milhões de mudas – uma área equivalente a Marrakesh ou a duas cidades de Paris.

“O trabalho de restauração florestal desenvolvido pela SOS Mata Atlântica tem contribuído para que o Brasil cumpra essa meta, mas o país ainda está engatinhando nesse sentido”, afirma Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, que fará apresentações na Área do Espaço Brasil, localizado no Pavilhão 4 de delegações (estande 30), nos dias 16 e 17 de novembro. Como restam somente 12,5% da área original de Mata Atlântica, o bioma deve ser o mais beneficiado pelo cumprimento dessa meta.

Além deste tema, a SOS Mata Atlântica também fará uma apresentação sobre água e a recente crise hídrica em São Paulo, discutindo como a cobertura florestal pode ajudar no combate à falta d’água.

Sobre a SOS Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica é uma ONG brasileira que atua há 30 anos na proteção dessa que é a floresta mais ameaçada do país. A ONG realiza diversos projetos nas áreas de monitoramento e restauração da Mata Atlântica, proteção do mar e da costa, políticas públicas e melhorias das leis ambientais, educação ambiental, campanhas sobre o meio ambiente, apoio a reservas e unidades de conservação, dentre outros.

Todas essas ações contribuem para a qualidade de vida, já que vivem na Mata Atlântica mais de 72% da população brasileira. Os projetos e campanhas da ONG dependem da ajuda de pessoas e empresas para continuar a existir.

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Fonte: Elder Monteiro

  
  

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