Expedição á ilha de Trindade-ES foi coletar sangue das femeas adultas de tartaruga verde

O Projeto TAMAR, desenvolvido pelo Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis em parceria com a Fundação Pró-TAMAR e patrocinado nacionalmente pela Petrobras, participou de uma expedição à ilha oceânica de Trindade, r

  
  

O Projeto TAMAR, desenvolvido pelo Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis em parceria com a Fundação Pró-TAMAR e patrocinado nacionalmente pela Petrobras, participou de uma expedição à ilha oceânica de Trindade, realizada entre os dias 14 e 24 de fevereiro.

A ilha, localizada a 1.200 km de Vitória (ES), no extremo oriente do território brasileiro, é a maior área de desova da Tartaruga Verde do Brasil e de todo o Atlântico Sul. O objetivo foi coletar sangue para a pesquisa "Determinação do Perfil Hematológico e Bioquímico de Fêmeas Adultas da Tartaruga Verde (Chelonia mydas)", desenvolvida em parceria com o Laboratório Marcos Daniel e com o Centro Universitário Vila Velha (UVV).

Foram coletadas 32 amostras em quatro noites de trabalho dos pesquisadores. A pesquisa irá determinar quais as características do sangue típicas de uma fêmea adulta de Tartaruga Verde, possibilitando, com isso, o aprimoramento do diagnóstico de indivíduos dessa espécie, que hoje é feito com base apenas na avaliação externa e no quadro sintomático do animal.

Fonte: Projeto TAMAR

  
  

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JOSÉ PEREIRA DE SOUZA

JOSÉ PEREIRA DE SOUZA

11/07/2011 19:37:09
Prezados Professores, saudações!
Conheço a Ilha de Trindade e habitei nela alguns períodos
e sentí o quanto nossa Ilha é importante. Sei um pouco da história e estou sempre lendo o que posso encontrar.
Acho que vocês do PROJETO TAMAR estão fazendo um belo
trabalho para engrandecimento da ciência. Continuem as-
sim. Nos idos de 1960 estive pela primeira vez na Ilha.
Cheguei a sacrificar algumas tartarugas para servir em
algumas refeições. A banha eu derretia em banho-maria e
dava a quem solicitava. Pois atribuiam qualidades terapêu
ticas para afecções reumáticas. Essa minha ação era por
determinação superior. Naquela época não se falava em
ecologia, nem em preservação da natureza e das espécies.
Hoje tenho plena consicência do mal que fazia. Atualmente
é crime e eu acho uma barbaridade. Isso sem contar com os
problemas criados por alguns quando sabiam que o guisado
ou o bife à milaneza era de carne de tartaruga. Era o ma-
ior problema. Mas o que importa é que isso não acontece
nos dias atuais. Parabens para todos que fazem o PROJETO
TAMAR.

ABRAÇOS !