Fiocruz pode liderar a corrida pela descoberta da vacina contra a dengue

O Brasil poderá liderar a corrida pela descoberta de uma vacina contra a dengue. É o que espera a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cujos cientistas trabalham em dois projetos de linhas diferentes para conseguir a imunização. Um dos trabalhos vem sendo

  
  

O Brasil poderá liderar a corrida pela descoberta de uma vacina contra a dengue. É o que espera a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cujos cientistas trabalham em dois projetos de linhas diferentes para conseguir a imunização.

Um dos trabalhos vem sendo desenvolvido há quatro anos pela pesquisadora Ada Maria Alves, do Laboratório de Imunopatologia, que estuda o assunto, desde quando era lotada no Instituto Biomanguinhos, e já atingiu o estágio de experimentação em camundongos, que deverá ser concluído em dois anos.

O certo até agora é que a vacina será injetável, mesmo assim a Fiocruz já iniciou a elaboração do processo para pantentear a descoberta.A pesquisadora adianta que o desenvolvimento de qualquer vacina dura, no mínimo, dez anos, com um agravante no caso específico da dengue: "A vacina tem que ser 100% eficiente, senão pode ser pior do que não ter a proteção, porque aumenta a possibilidade de a pessoa imunizada contrair dengue hemorrágica", alertou Ada, anunciando que, depois dos camundongos, vem a fase de experimento em animais de grande porte, como os macacos, e em humanos.

Pesquisas de vacina contra a dengue também estão sendo realizadas em São Paulo e Recife. No exterior, a Ásia lidera o número de estudos sobre o assunto. A que está em desenvolvimento no Rio de Janeiro codifica a proteína do vírus inserido em outro DNA, obrigando o próprio organismo a apresentar a resposta inume.

Fonte: Agência Brasil

  
  

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