Greenpeace paralisa atividade em fábrica de ração

Mais ou menos quinze membros da organização ecologista Greenpeace paralisaram no dia 9 de setembro a atividade em uma empresa de avicultura e processamento de alimentos de frangos, em protesto pelo uso de soja modificada geneticamente. Os ativistas se

  
  

Mais ou menos quinze membros da organização ecologista Greenpeace paralisaram no dia 9 de setembro a atividade em uma empresa de avicultura e processamento de alimentos de frangos, em protesto pelo uso de soja modificada geneticamente.

Os ativistas se colocaram como obstáculos humanos em frente à entrada da fábrica que a australiana Fazendas Inghams possui na localidade neozelandesa de Hamilton, por volta de 550 quilômetros ao norte de Wellington.

A Inghams utiliza na preparação de alimentos de frangos material alterado geneticamente que, segundo o Greenpeace, além de contaminar as aves, passa através destas para o consumidor humano.

`A soja empregada pela Inghams é a maior fonte de contaminação genética na cadeia de nutrição da Nova Zelândia`, assegura um comunicado dos ecologistas. Acrescenta que a fábrica de ração, por meio de subsidiárias, engana muitos setores da agricultura neozelandesa, que de outra maneira não resultaria ` contaminada`.

A organização ecologista assinalou que investigações independentes mostram que 85 por cento dos alimentos que a empresa de capital australiano dá aos frangos estão `contaminados` por elementos alterados geneticamente.

Um porta-voz da empresa, que não quis fazer comentários sobre as denúncias do Greenpeace, assinalou que a empresa se preocupa com o bem-estar da dezena de empregados que estava no centro no momento da ocupação. O Greenpeace assegurou que manterá o cerco à fábrica até que a Inghams se comprometa a deixar de utilizar componentes modificados geneticamente em seus produtos.

Fonte: EFE

  
  

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