Horário de verão permitiu redução de 4,5% no consumo de energia

O horário de verão, que terminou à meia noite do sábado (14/2), provocou queda de 4,5% do consumo durante o período de maior demanda por energia na região abrangida dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande

  
  

O horário de verão, que terminou à meia noite do sábado (14/2), provocou queda de 4,5% do consumo durante o período de maior demanda por energia na região abrangida dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal.

Segundo dados ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico, a redução da demanda foi de 2.014 MWh/h, suficiente para atender as cidades de Belo Horizonte, Contagem e Betim, todas em Minas Gerais, Porto Alegre (RS) ou o equivalente a energia produzida pelas usinas de Angra l e Angra II.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, sem o horário de verão seria necessário acrescentar ao sistema elétrico brasileiro usinas com esta potência para funcionar no período de maior consumo.

Na região Sul, a queda do consumo de energia no horário de pico foi 5%(501 MW) e no Sudeste e Centro Oeste, de 4,5%(1.513 MW). O ganho estimado no nível dos reservatórios foi 0,4% em relação à capacidade máxima de armazenamento nas regiões Sudeste e Centro-Oeste e de 1% na região sul. A duração do horário de verão foi de 119 dias, entre 19 de outubro de 2003 e 14 de fevereiro de 2004.

A medida foi instituída em 1931 e vem sendo adotada ininterruptamente pelo governo desde 1985, sendo esta a trigésima vez em que foi utilizada para melhorar a segurança do sistema elétrico, reduzindo riscos de sobrecarga no período e maior consumo bem como possibilitar economia com a menor geração de usinas térmicas, de custo mais elevado.

Fonte: Agência Brasil

  
  

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