Ibama regulamenta métodos para pesca no litoral do Paraná

O Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis estabeleceu diversas regras para a realização da pesca profissional em áreas estuarinas e lagunares no estado do Paraná. Por meio da Portaria 12/03, editada em março, f

  
  

O Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis estabeleceu diversas regras para a realização da pesca profissional em áreas estuarinas e lagunares no estado do Paraná.

Por meio da Portaria 12/03, editada em março, foram oficializadas proibições que têm o objetivo de proteger a biodiversidade de ecossistemas e espécies já bastante pressionados pela atividade pesqueira.

"As medidas podem possibilitar que os peixes desovem pelo menos uma vez, antes de serem capturados", observa José Carlos Ramos, técnico do setor de pesca do Ibama/PR.

Foram especificados petrechos, modalidades e métodos permitidos a partir de agora na captura de sardinha, paratis e camarões, entre outros recursos pesqueiros. O que não foi especificado por essa portaria é de uso proibido, como a pesca de arrasto, com ou sem portas, e ainda as redes de cerco, tipo traineira, com sistema de fechamento de tralha inferior, independentemente do tamanho da malha ou da embarcação.

Fica proibido, ainda, o uso de redes de qualquer espécie num raio de duzentos metros das zonas de confluência dos rios que desembocam nas baías, ou áreas lagunares e estuarinas do Paraná.

A pesca subaquática, profissional e amadora, também foi proibida nas baías de Paranaguá, Guaratuba, Antonina, Pontal do Paraná, e a menos de duzentos metros da foz dos rios que deságuam nestas baías e nas áreas abrangidas pela APA - Área de Proteção Ambiental de Guaraqueçaba.

Fonte: Ibama

  
  

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