IPT cria Consórcio Tecnológico do Alumínio

Um consórcio que reúne onze empresas do segmento de extrusão de alumínio promete viabilizar o desenvolvimento de uma série de inovações tecnológicas, com o objetivo de tornar as indústrias do setor mais eficientes e competitivas. A proposta e coordena

  
  

Um consórcio que reúne onze empresas do segmento de extrusão de alumínio promete viabilizar o desenvolvimento de uma série de inovações tecnológicas, com o objetivo de tornar as indústrias do setor mais eficientes e competitivas.

A proposta e coordenação do consórcio são do IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas, de São Paulo, que fez um levantamento das necessidades e prioridades do setor de produção de alumínio e agora trabalha simultaneamente com pelo menos quatro projetos de inovação tecnológica.

A extrusão do alumínio é um processo de moldagem de peças no qual se força a passagem de barras (chamadas de tarugos pelas empresas do setor) através de orifícios, utilizando-se de alta pressão e também altas temperaturas (cerca de 600º C), visando obter formas mais alongadas para o metal.

No Brasil, as peças extrusadas são empregadas principalmente na construção civil (esquadrias) e na indústria automobilística. Apesar de ser o sexto produtor mundial de alumínio, com 1,3 milhão de toneladas fabricadas por ano, o Brasil ainda manufatura muito pouco e apresenta baixo consumo interno, de sete a oito vezes menor do que o consumo per capita de países como Japão e Estados Unidos.

No setor de extrusão de alumínio, existem cerca de 60 empresas, das quais três são de grande porte - Alcoa, CBA e Hydro -, uma de médio porte - ASA -, e as outras são consideradas de pequeno porte, com muitas carências tecnológicas.

Fonte: Agência Brasil

  
  

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