Jardim Sensorial no Rio de Janeiro completou 10 anos revitalizado

O Jardim Sensorial do Jardim Botânico do Rio de Janeiro criado especialmente para os portadores de deficiências visuais, foi entregue na segunda-feira (16/5) aos visitantes totalmente revitalizado. O novo jardim que comemora 10 anos de existência, pas

  
  

O Jardim Sensorial do Jardim Botânico do Rio de Janeiro criado especialmente para os portadores de deficiências visuais, foi entregue na segunda-feira (16/5) aos visitantes totalmente revitalizado.

O novo jardim que comemora 10 anos de existência, passou por várias reformas para melhorar a circulação e os atrativos táteis, de olfato e gosto oferecidos em canteiros com 42 espécies de plantas de uso ornamental, culinário, medicinal, religioso e de perfumaria.

Criado pela paisagista Cecília Beatriz da Veiga Soares, da Associação de Amigos do Jardim Botânico, o Jardim Sensorial conta com a orientação do Instituto Benjamim Constant e patrocínio da Texaco.

Com 200 metros quadrados e especialmente projetado para dar ao deficiente visual a possibilidade de um contato direto, seguro e educativo com as plantas, o Jardim Sensorial é o terceiro espaço botânico do gênero no Brasil.

O projeto de revitalização do Jardim Sensorial incluiu o remanejamento da vegetação, a reforma de equipamentos e sinalização e a recuperação do pavimento. Foram introduzidas plantas que oferecem mais atrativos táteis aos deficientes visuais e redistribuição das espécies aquáticas em recipientes separados.

O jardim remodelado contemplou também um novo desenho para placas de identificação para facilitar a leitura pelos deficientes, com a redistribuição e criação de placas em braile.

O pavimento do jardim foi recuperado com o nivelamento dos caminhos de acesso e retirada de barreiras físicas, além da recuperação dos corrimãos.

O Jardim Sensorial possui canteiros que emolduram um circuito. Sua área central possui uma fonte e um espelho d`água com plantas aquáticas.

O pavimento, a largura dos corredores e altura dos canteiros foram adequados ao uso de cadeira de roda. Quando utilizada a bengala, o piso orienta o visitante o caminho a ser seguido.

As placas de identificação das plantas foram adaptadas em braile, com letras e cores adequadas em preto sobre fundo branco, para deficientes visuais parciais.

Além de ampliar as possibilidades de interação entre os usuários e as plantas, o jardim também estimula outros sentidos não contemplados nos jardins tradicionais.

Fonte: MMA

  
  

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