Livro defende participação da sociedade civil na gestão ambiental

Desmistificar afirmações e comportamentos utilizados nos jogos de poder de pessoas e organizações, quanto à utilização dos recursos hídricos. Esse é um dos objetivos do livro Gente Cuidando das Águas: um jeito diferente de ver, sentir e cuidar de gestão a

  
  

Desmistificar afirmações e comportamentos utilizados nos jogos de poder de pessoas e organizações, quanto à utilização dos recursos hídricos. Esse é um dos objetivos do livro Gente Cuidando das Águas: um jeito diferente de ver, sentir e cuidar de gestão ambiental, de autoria de Demóstenes Romano Filho, Patrícia Sartini e Margarida Maria Ferreira, diretores do Instituto de Resultados em Gestão Ambiental, e articuladores do Movimento da Cidadania pelas Águas do Centro de Referência de Belo Horizonte (MG).

O trabalho revela o empenho em integrar cidadãos comuns (pessoas da sociedade civil não-organizada) como atores e autores numa rede de ambientalistas. A justificativa básica é que, fora industrias e algumas empresas comerciais, o maior volume de água, em ambientes urbanos, é consumido por cidadãos comuns.

Trabalhadores rurais e agricultores familiares também têm grande importância, por sua atividade altamente dependente de recursos hídricos e porque estão próximos às nascentes dos rios. O livro defende que a integração da sociedade civil implicará num salto qualitativo da gestão ambiental.O livro descreve a metodologia que vem sendo aplicada no Projeto Gente Cuidando das Águas, desenvolvido pioneiramente em 10 municípios da Bacia do Ribeirão da Mata, próxima a Belo Horizonte.

O trabalho desenvolvido nas comunidades surge na convicção de que iniciativas de mobilização social serão tão mais eficazes, quanto mais saírem da cultura de dominação e de infantilização, geralmente praticada na Educação Ambiental.

Fonte: Boletim NEAD

  
  

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