Marítima descobre petroléo no Rio Grande do Norte

A Marítima confirmou à Agência Nacional de Petróleo (ANP) a descoberta de indícios de hidrocarboneto em terra no poço 1-MPE-7-RN, na localidade de Macau, Bacia Potiguar, a cerca de 250 Km do município de Mossoró. O bloco foi adquirido pela Marítima na ter

  
  

A Marítima confirmou à Agência Nacional de Petróleo (ANP) a descoberta de indícios de hidrocarboneto em terra no poço 1-MPE-7-RN, na localidade de Macau, Bacia Potiguar, a cerca de 250 Km do município de Mossoró. O bloco foi adquirido pela Marítima na terceira Rodada de Licitações da ANP, realizada em 2001.

A empresa, agora, fará testes nos arenitos das formações geológicas Açu e Alagamar, numa espessura de cerca de 30 metros de coluna de óleo, o que permitirá verificar a capacidade de produção do poço e especificação do hidrocarboneto. A exemplo do que já havia ocorrido na Bacia do Recôncavo a Marítima encontrou óleo em seu primeiro poço perfurado na Bacia Potiguar.

Em julho de 2003 a Marítima já havia descoberto petróleo em sua primeira perfuração em Catu e, meses depois, descobriu óleo em Araças, também no Recôncavo Baiano. As duas descobertas estão em avaliação com previsão de início de produção em 2005. A produção inicial prevista para essas duas bacias é de 1.000 barris/dia.

Essas descobertas confirmam o acerto da estratégia adotada pela Marítima ao adquirir blocos exploratórios em licitações da ANP, centrando suas concessões no eixo de maior potencial geológico em áreas terrestres do país: as bacias do Recôncavo, Sergipe/Alagoas e Potiguar.

A Marítima, agora, possui nove campos de produção na Bacia Sergipe-Alagoas (SEAL) e consolida, de vez, sua posição como a primeira empresa brasileira independente a descobrir e produzir petróleo no país.

No Equador e na Colômbia

A Marítima Petróleo e Engenharia se tornou a primeira empresa privada brasileira a produzir petróleo no exterior com 90% de participação no Campo Gustavo Galindo, localizado na Península de Santa Elena (Ancón), no Equador.

O campo possui aproximadamente 4.000 poços, 800 dos quais estão em operação, produzindo um total de 1.300 barris de petróleo por dia, com grau API médio de 38º. Possui reservas estimadas de 8 milhões de barris de petróleo. A área total é de 1.200 Km2, 60 % em terra e 40% no mar, em lâmina d``água de até 150 metros.

A negociação foi concluída no início de 2002 e foi o marco de entrada da companhia no exterior como operadora, e também no segmento offshore. Estima-se que estes poços produzirão durante mais de 25 anos, quando, então, alcançarão o limite econômico previsto de produção.

Ainda no Equador, a Marítima participa de 57% do Campo de Tiguino, na Bacia do Oriente, com produção de 4.300 barris/dia com óleo de 31 API. A empresa desenvolveu também um projeto pioneiro no Equador para utilização do Gás Natural Veicular ( GNV ), inicialmente, em sua frota de veículos em substituição à gasolina também produzida pela empresa. Esse projeto, se ampliado, passará a ser o pioneiro na utilização do GNV na frota daquele país.

Na Colômbia, a Marítima tem a participação de 50% do Campo de Rubiales onde produz cerca de 4.700 barris por dia e estuda a possibilidade da construção de um oleoduto, o que permitirá elevar substancialmente esse volume.

Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

  
  

Publicado por em

JOSÉ ANTUNES SABINO DA SILVA

JOSÉ ANTUNES SABINO DA SILVA

03/03/2009 08:17:22
QUANTO A MARÍTIMA QUE MARAVILHA ESSAS DESCOBERTAS, COM ISTO GARANTIMOS POSSÍVEIS MELHORIAS DE EMPREGOS E SÁLARIOS PARA O ESQUECIDO POVO NORDESTINO.
ACHO MUITO BOM ESSAS DESCOBERTAS DE PETRÓLEO NOS ESTADOS DO RIO G. NORTE,ALAGOAS E SERGIPE, FAZENDO COM QUE CADA VEZ MAIS O NORDESTE MELHORE OS SEUS INDÍCES DE DESENVOLVIMENTO, CONTRIBUINDO AINDA MAIS NA MELHORIA DA QUALIDADE DA MÃO-DE-OBRA LOCAL E TAMBÉM CONTRIBUINDO PARA A MELHORIA DA EDUCAÇÃO DA SUA GENTE.