Melhores trabalhos sobre uso racional de energia serão premiados

A economia de energia também rende prêmios. Patrocinado pelo Procel - Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, da Eletrobrás, o Prêmio tem seis categorias: Imprensa; órgãos e empresas da Administração Pública; empresas do setor energético; in

  
  

A economia de energia também rende prêmios. Patrocinado pelo Procel - Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, da Eletrobrás, o Prêmio tem seis categorias: Imprensa; órgãos e empresas da Administração Pública; empresas do setor energético; indústrias; micro, pequenas e médias empresas; além de edificações.

Na categoria imprensa, concorrem matérias veiculadas sobre o tema Conservação de Energia, entre 22 de dezembro de 2001 e 7 de março de 2003.O Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia foi instituído por decreto presidencial em dezembro de 1993, como forma de reconhecimento público ao empenho e aos resultados obtidos pelos diversos agentes que atuam no combate ao desperdício de energia.

O objetivo do prêmio é estimular segmentos da sociedade a implementar ações que efetivamente reduzam o consumo de energia elétrica.A geração, distribuição e o uso da energia podem causar impactos negativos ao meio ambiente.

Entre os principais riscos estão, a exploração dos recursos naturais e emissão de rejeitos no meio ambiente (solo, água e ar) e modificação da paisagem e clima, com prejuízos aos ecossistemas, a fauna e a flora.

Uma política correta de preservação ambiental, de acordo com o programa, traz vários benefícios, como aumento da segurança no abastecimento de energia, contribui para a eficiência econômica e melhora a proteção ambiental.

O principal objetivo do programa é combater o desperdício de energia elétrica, tanto no lado da produção como no do consumo, concorrendo para a melhoria da qualidade de produtos e serviços, reduzindo os impactos ambientais e fomentando a criação de empregos.

As metas de longo prazo do Procel estão consignadas no Plano 2015. Prevêem uma redução de demanda da ordem de 130 bilhões de kWh em 2015, evitando a instalação de 25.000MW (cerca de duas usinas de ITAIPU). O ganho líquido para o País será de R$ 34 bilhões.

Fonte: EcoAgência de Notícias

  
  

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