Movimento Catarinense para Excelência promoveu premiação

O Movimento Catarinense para Excelência – MCE anunciou na segunda-feira (30 de outubro), a partir das 13h, o nome das empresas reconhecidas no II Ciclo de Avaliação do Prêmio Catarinense de Excelência. O objetivo da

  
  

O Movimento Catarinense para Excelência – MCE anunciou na segunda-feira (30 de outubro), a partir das 13h, o nome das empresas reconhecidas no II Ciclo de Avaliação do Prêmio Catarinense de Excelência. O objetivo da premiação é incentivar as empresas catarinenses a alinharem seus modelos de gestão com os critérios da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e estarem com seus modelos de gestão compatíveis para concorrerem ao prêmio nacional – Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ).

"A busca pela excelência é a principal determinante para o sucesso das organizações no novo mundo em que vivemos, cada vez mais competitivo e globalizado", afirma Ernesto Heinzelmann, presidente do Conselho Superior do MCE.

O MCE foi fundado em 2004 por organizações públicas e privadas, como uma associação sem fins lucrativos. Uma gestão moderna e competitiva é o que o movimento prega nos dois tipos de organizações de Santa Catarina. Hoje, já estão associadas ao MCE 54 organizações catarinenses, sendo que o movimento da excelência na gestão já foi disseminado para 3.500 profissionais do estado, através de 30 cursos realizados. Além de seminários, encontros empresariais e cursos, o MCE articula o Prêmio Catarinense de Excelência.

Entre as empresas associadas do MCE, estão Whirlpool – Unidades EMBRACO e Multibrás , WEG, CELESC, Marisol, Datasul, Aurora Alimentos, Altona, Intelbrás, SENAI/SC, SEBRAE/SC e os Correios SC. A entrega do prêmio irá acontecer no dia 16 de novembro, em Jaraguá do Sul, no Grande Auditório Eggon João da Silva, no Centro Empresarial Jaraguá do Sul. Uma das inovações da premiação este ano é a palestra da Suzano Petroquímica, uma das vencedoras do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ) de 2005, na figura de Nelson Christianini, gerente da área de saúde, segurança e meio ambiente da empresa.

O Conselho Superior do movimento também decidiu neste ano que a cerimônia de entrega do prêmio será itinerante, para que, ao longo do tempo, o MCE possa percorrer todas as principais cidades do Estado levando o assunto “qualidade em gestão” para outros centros além da Capital.

O movimento catarinense está vinculado ao Movimento Brasil Competitivo, à Rede Nacional da Gestão, coordenada pela Fundação Nacional da Qualidade e mais recentemente à Rede Nacional da Gestão. Os critérios de avaliação que premiam as empresas em Santa Catarina são os critérios que preconizam a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

Estes requisitos são apurados por profissionais capacitados que formam uma banca examinadora que realizam uma avaliação individual, uma avaliação de consenso e, por último, uma visita de avaliação. Cada empresa é avaliada por 5 examinadores. Em seguida, por uma banca de juízes formada por sete profissionais do Estado e de fora que é responsável pelo veredicto final.

“Instituições competitivas geram mais empregos e riquezas, proporcionam mais arrecadação de impostos e oferecem condições para o desenvolvimento de seu Estado e conseqüentemente do seu País”, afirma Heinzelmann. Fazem parte da Banca Examinadora do Prêmio, 42 especialistas qualificados, provenientes de diversos setores de atividades, de todas as regiões do estado, alinhados com os Critérios Rumo a Excelência da FNQ.

Embora o Movimento Catarinense para Excelência tenha apenas dois anos de vida, já coordena o Grupo de Trabalho da FNQ responsável pela revisão dos critérios “Rumo a Excelência”, utilizado por todos os movimentos estaduais do País, o que demonstra a maturidade e experiência da associação de Santa Catarina. Os novos critérios, que serão utilizados na edição do prêmio de 2007, serão lançados em dezembro de 2006.

A grande alteração é que os critérios Rumo à Excelência critérios estarão mais afinados com os Critérios de Excelência da Gestão do Prêmio Nacional da Qualidade. Logo, os três critérios vão evoluindo de acordo com a maturidade do modelo de gestão da empresa. “O grande benefício é que as empresas que estão iniciando já crescem dentro dos conformes”, explica Luciana Matos Santos Lima, diretora executiva do MCE.

As principais ações do último ano do movimento, além dos eventos e do prêmio catarinense de excelência, foram: o apoio técnico à realização do Prêmio Melhores Práticas de Estágio realizado pelo IEL/SC, a parceria com o Núcleo Catarinense do Gespública para capacitação de servidores públicos e a parceria com a FACISC e o SEBRAE para a difusão dos conceitos de excelência, gestão e competitividade para as organizações nucleadas nas Associações Comerciais e Industriais do Estado de SC. O MCE abrange cerca de 100 profissionais voluntários, com mais de 7 mil horas de trabalho voluntário no estado.

Rede Nacional da Gestão :

Formada pelo Gespública (Programa Nacional da Gestão Pública), pelo Grupo Gera Ação (da Petrobras), pelo Movimento Brasil Competitivo, pela Fundação Nacional da Qualidade e pelo Fórum Nacional dos Programas de Qualidade, Produtividade e Competitividade – Fórum QPC, do qual o MCE faz parte e cujo lema é “Um Brasil melhor se faz com qualidade de vida para todos”.

A rede congrega entidades, organizações e pessoas que trabalham com programas e prêmios de gestão, alinhados ao PNQ e que além de promover o uso dos critérios, disseminam os conceitos da excelência em gestão. Hoje, a Rede Nacional da Gestão congrega em todo o país:

- 52 programas setoriais, estaduais e municipais de qualidade, competitividade e produtividade;

- Mais de dez milhões de pessoas relacionadas ao modelo de excelência da gestão;

- Aproximadamente 53.000 organizações que utilizam parcial ou integralmente o modelo de excelência da gestão;

- 1574 organizações reconhecidas.

O prêmio:

O objetivo do prêmio, segundo os membros do MCE, é proporcionar às organizações participantes uma oportunidade de avaliação externa, imparcial, especializada do sistema de gestão das organizações candidatas, gerando uma realimentação formal para as mesmas. Além disso, é permitir a comunidade o acesso a informações sobre práticas bem-sucedidas de gestão e preparar as organizações catarinenses para o Prêmio Nacional da Qualidade.

Ao participar deste processo, as organizações catarinenses recebem um Relatório de Avaliação, destacando os pontos fortes, oportunidades para melhorias e pontuação em cada um dos itens da avaliação. A partir do qual, pode ser estruturado um Plano de Melhorias da Gestão, para o alcance da Gestão Classe Mundial.

"Nosso prêmio proporciona uma consultoria total na empresa, gerando um relatório valioso", acrescenta Ernesto Heinzelmann

Os nomes das candidatas, os comentários e as informações sobre a pontuação obtida durante o processo de avaliação são considerados sigilosos e, portanto, tratados confidencialmente. As informações estarão disponíveis somente para os diretamente envolvidos nos processos de avaliação das candidatas. Os membros da Banca Avaliadora são designados segundo regras rígidas para evitar conflitos de interesse.

Os membros da Banca Avaliadora não recebem nenhuma informação quanto ao nome, ao conteúdo do Relatório da Gestão ou à situação das candidatas para as quais não foram designados. As informações sobre estratégias bem sucedidas das premiadas e de outras candidatas somente poderão ser divulgadas com autorização, por escrito, das mesmas. Os participantes de um ciclo devem observar o Código de Ética que orienta as atividades da Banca Avaliadora.

Fonte: Alvo de Comunicação

Del Valle Editoria
Contato: vininha@vininha.com

  
  

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