Uso da água na Amazônia é tema de livro

A UNESCO no Brasil (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), em parceria com o Núcleo de Altos Estudos Amazônicos e a Universidade Federal do Pará, lançou, ontem,quarta-feira (26/11), em Belém (PA), o livro `Problemática do u

  
  

A UNESCO no Brasil (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), em parceria com o Núcleo de Altos Estudos Amazônicos e a Universidade Federal do Pará, lançou, ontem,quarta-feira (26/11), em Belém (PA), o livro `Problemática do uso local e global da água da Amazônia.`

O livro tem o objetivo de identificar, discutir e oferecer elementos que subsidiem debates internacionais sobre o uso da água na Amazônia.

O lançamento aconteceu durante o seminário “A Universidade, a Ciência, a Tecnologia e a Inovação na Amazônia”, realizado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia com o apoio da UNESCO no Brasil, que reuniu ontem, no auditório da Federação das Indústrias do
Pará, ministros e gestores de Ciência e Tecnologia dos países membros do Tratado de Cooperação Amazônica (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

O trabalho, encabeçado por Luiz E. Aragon e Miguel Clüsenet-Godt, reuniu outros 29 especialistas, todos da região amazônica.

Além de integrar as atividades do Programa de Cooperação SUL-SUL para o Ecodesenvolvimento promovido pela UNESCO e as comemorações do Ano Internacional da Água Doce, o livro pretender servir de referência para estudiosos dos países amazônicos e formuladores de políticas públicas para a região.

Entre os temas abordados estão o desafio que representa o acesso à água doce potável para a governabilidade da Terra no século XXI e os marcos regulatórios existentes para a condução das discussões sobre o tema, na Amazônia e no mundo.

O livro divide-se nos capítulos Contexto, Ciclo Hidrológico, Poluição, Transporte, Energia, Geopolítica, Marco Institucional, Gestão e Cooperação Internacional.

A obra inclui documentos discutidos em workshop realizado em Belém, em junho de 2002, e apresentados em forma de seminário em março deste ano.

“O que nos falta com relação à gestão da água é mais comprometimento político, melhor direcionamento dos recursos financeiros, educação continuada e informação ampla de toda a sociedade mundial para reverter as tendências negativas anunciadas”, afirma o representante da UNESCO no Brasil, Jorge Werthein.

Estima-se que, em todo mundo, 1,5 bilhão de pessoas já não tenham acesso à água potável. Mais informações podem ser obtidas no site.

Fonte: Sobral Comunicação
Assessoria de Comunicação da UNESCO em São Paulo

  
  

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