Notícias > Ambiente > Nossa fauna >Animais na terceira idade recebem tratamento especial em zoo de Curitiba/PRA chimpanzé Imperatriz, a girafa Pandinha e a tamanduá-bandeira Clotilde recebem tratamento diferenciado da bióloga e do veterinário.31 de Agosto de 2009. Publicado por Equipe EcoViagem Algumas das principais atrações do Zoológico Municipal de Curitiba já entraram na terceira idade e, assim como os humanos, também precisam de cuidados especiais. A chimpanzé Imperatriz, a girafa Pandinha e a tamanduá-bandeira Clotilde recebem tratamento diferenciado da bióloga e do veterinário. Os sinais de velhice dos animais são bem parecidos com os dos humanos. Os pelos nascem brancos, os movimentos ficam mais lentos e a dentição fraca. O animal mais velho do zoológico é a chimpanzé Imperatriz. A perspectiva de vida da espécie fica entre 50 e 60 anos. A chimpanzé já completou 43 anos e é o xodó da bióloga Teresa Cristina. Segundo a bióloga, os cuidados com Imperatriz são ainda maiores durante o inverno. “Quando suspeitamos de resfriado, damos para ela vitamina C ou xarope. Nos dias de muito frio, damos um chá morno, que ela adora.”, revela Teresa ao G1. Ela também conta que o lugar onde a chimpanzé mora tem aquecimento. Além disso, ela tem seu próprio cobertor e uma cama de palha. “A cama não pode ser de madeira porque senão eles destroem. Imperatriz até arruma a cama dela quando acorda”, relata a bióloga. A girafa Pandinha tem 20 anos. Embora a espécie viva em média 26 anos, ela não apresenta sinais de velhice. Mesmo assim, Pandinha merece o olhar atento dos tratadores. Além da ração, a girafa também recebe alimentação específica para a espécie. A tamanduá-bandeira Clotilde completou 22 anos. Há pouco tempo passou por uma cirurgia e teve todos os cuidados para se recuperar. Ela está perto de bater o recorde de sobrevivência da espécie em cativeiro. O veterinário do zoológico, Manoel Javorouski, conta que encontrou um registro indicando que outro animal da mesma espécie viveu 25 anos e 10 meses. Os especialistas explicam que os animais que vivem em cativeiro costumam ter a vida mais longa que aqueles que vivem na natureza. Isso porque eles recebem tratamento e não se expõem a riscos para se alimentar. "Sempre é melhor que o animal esteja no seu habitat natural, mas no cativeiro eles merecem toda nossa atenção para que tenham uma boa qualidade de vida", diz o veterinário. No zoológico de 530 mil metros quadrados vivem mais de 80 espécies de animais. A Prefeitura de Curitiba informa que nos fins de semana chegam a circular mais de 10 mil pessoas pelo parque. A entrada é gratuita. Fonte: Ambiente Brasil |
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