Ibama em Uberlândia solta sucuri de cinco metros em reserva ambiental

A Polícia Ambiental agiu rapidamente ao receber denúncia de que iriam matar a sucuri e a recolheu da fazenda para entregá-la ao Ibama.

  
  
Sucuri é solta em Reserva Ambiental

Servidores do Escritório Regional do Ibama em Uberlândia, policiais ambientais e professores do Departamento de Biologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) soltaram ontem (3), na Reserva Ambiental da Usina Hidrelétrica de Miranda (Companhia Elétrica de Minas Gerais) a sucuri de cerca de cinco metros capturada na última segunda-feira (2) numa fazenda da zona rural do município de Tupaciguara/MG, a 650 quilômetros da capital Belo Horizonte.

A Polícia Ambiental agiu rapidamente ao receber denúncia de que iriam matar a sucuri e a recolheu da fazenda para entregá-la ao Ibama. Segundo os pesquisadores da UFU a cobra- macho pesava mais de 80 quilos e tinha espessura de uma árvore de diâmetro médio. A Doutora Vera Brites, especialista em serpentes da Universidade, atestou como ideal o local onde a cobra foi solta pelo Ibama.

O chefe do Escritório do Ibama em Uberlândia, Aloísio Romar, adverte que no caso de aparecimento de répteis desse porte, é preciso ter cautela. “Primeiro, não se deve tentar enfrentar um animal que tem a força de dez homens. Também é preciso respeitar o espécime devido ao papel que ele desempenha no equilíbrio do ecossistema”, orienta. Aloísio completa dizendo que, nesses casos, o procedimento certo é chamar o Ibama, a Polícia Ambiental ou o Corpo de Bombeiros.

Fonte: Ibama

  
  

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Júnior César

Júnior César

03/02/2011 19:21:17
Primeiro Parabéns! Isso sim é conciência ambiental, de quem denunciou e de quem agiu rápidamente evitando que esse animal fosso abatido por pessoas despreparadas para enfrentar a realidade do ecosistema global!

Luciene

Luciene

05/03/2009 12:52:51
Parabéns a todos os envolvidos nesse ato de consciência de que respeitar todas as formas de vida é investir na espécie humana também , afinal por falta dessa consciência estamos chegando ao risco de extinção de nossa própria espécie devido ao desequilíbrio ambiental grave que nos encontramos .
Vamos mudando nossa cultura predadora por uma cultura de zelo e sustentabilidade da Vida