Curitiba adota sacos ecológicos na coleta de lixo

A CAVO Serviços e Meio Ambiente, empresa de gestão ambiental de resíduos, águas e efluentes, adotou o uso de sacos plásticos oxi-biodegradáveis na prestação do serviço de varriçã

  
  

A CAVO Serviços e Meio Ambiente, empresa de gestão ambiental de resíduos, águas e efluentes, adotou o uso de sacos plásticos oxi-biodegradáveis na prestação do serviço de varrição e conservação pública de Curitiba (PR).

O diferencial desses materiais está justamente no tempo que eles levam para serem totalmente decompostos pela ação do tempo. Enquanto um saco convencional pode levar até 450 anos, o saco oxi-biodegradável precisa de menos de 1% desse prazo para se decompor, ou até 18 meses.

Luiz Gomes, presidente da empresa, afirma que a iniciativa inovadora vai ao encontro do posicionamento da CAVO. “Procuramos estar sempre à frente no desenvolvimento e uso de tecnologias ambientalmente mais corretas. Isso faz parte do que somos e de como atuamos e garante aos nossos clientes excelência operacional e busca por melhorias constantes”, diz.

Os novos materiais, cujo consumo é de 150 mil/mês, podem ser vistos como instrumento de trabalho dos profissionais da companhia que promovem a limpeza pública e as tarefas especiais da capital paranaense, como a capinação de canteiros e a limpeza de ruas após as feiras livres. A CAVO atua na cidade, com alto índice de aprovação pela população (95%), há mais de 10 anos.

“Com o uso dos sacos oxi-biodegradáveis, o aterro sanitário local deixará de receber, a médio e longo prazos, um volume de 4,5 mil a 5 mil sacos convencionais por dia. Isso, sem dúvida, representa um ganho para o meio ambiente”, diz o gerente de operações da CAVO Curitiba, Romero Tavares.

Os sacos oxi-biodegradáveis têm tecnologia desenvolvida pela RES Brasil, única licenciadora no País de embalagens oxi-biodegradáveis da inglesa Symphony Plastics Technology. Eduardo Van Roost, diretor superintendente da licenciadora conta que a tecnologia é baseada na utilização de um aditivo, o D2W incorporado na fabricação dos plásticos, formados por átomos de carbono e hidrogênio ao carbono.

“O aditivo mantém as mesmas características dos sacos, como brilho, resistência e leveza. No entanto, propicia, pela ação da natureza, uma quebra molecular infinitamente mais rápida desses componentes”, diz o executivo. A exemplo dos demais tipos de sacos, conta Van Roost, os oxi-biodegradáveis também podem ser reciclados. “É a garantia de que o meio ambiente será menos degradado”, diz.

Os serviços incluem coleta e transporte de lixo domiciliar, reciclável, hospitalar e de resíduos tóxicos domiciliares, varrição manual e mecanizada, limpeza de feiras livres, lavagem de domus (terminal de ônibus), calçadões, limpeza especial e de rios, além da operação do Aterro Sanitário da Cachimba. A operação conta com 1,8 mil funcionários que cuidam de 18 mil quilômetros de ruas e calçadas e coletam cerca de 30 mil toneladas de resíduos mensais.

Fonte: Máquina da Comunicação

Del Valle Editoria

Contato: vininha@vininha.com

  
  

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Milene

Milene

01/06/2010 21:41:57
Faço Engenharia Ambiental e adorei a idéia. Estou realizando um trabalho de conscientização na comunidade onde estudo e gostaria de saber como posso adquirir estes sacos.
Obrigada!

Rosemar

Rosemar

30/03/2010 11:24:14
Gostei muito da ideia do saco oxi-biodegradável. Gostaria de implantar o uso em minha escola. Como faço para adquiri-lo?

Felipine, Silas

Felipine, Silas

14/03/2009 21:23:55
Este ano me formo em gestão ambiental, e gostei muito do li sobre o trabalho de vocês, eu tenho muita vontade de implantar algo deste tipo aqui em Campinas, educar as pessoas a importância de cuidar do meio ambiente, mostrar que existe meios de segurança na saúde e higiene.
Se for possível e vocês tiverem DVDs, treinamentos ou palestras eu gostaria de ter mais informaçôes e receber materiais.
Muito obrigado.