Notícias > Ambiente > Nosso lixo >Curitiba adota sacos ecológicos na coleta de lixoA CAVO Serviços e Meio Ambiente, empresa de gestão ambiental de resíduos, águas e efluentes, adotou o uso de sacos plásticos oxi-biodegradáveis na prestação do serviço de varriçã7 de Dezembro de 2006. Publicado por Vininha F. Carvalho A CAVO Serviços e Meio Ambiente, empresa de gestão ambiental de resíduos, águas e efluentes, adotou o uso de sacos plásticos oxi-biodegradáveis na prestação do serviço de varrição e conservação pública de Curitiba (PR). O diferencial desses materiais está justamente no tempo que eles levam para serem totalmente decompostos pela ação do tempo. Enquanto um saco convencional pode levar até 450 anos, o saco oxi-biodegradável precisa de menos de 1% desse prazo para se decompor, ou até 18 meses. Luiz Gomes, presidente da empresa, afirma que a iniciativa inovadora vai ao encontro do posicionamento da CAVO. “Procuramos estar sempre à frente no desenvolvimento e uso de tecnologias ambientalmente mais corretas. Isso faz parte do que somos e de como atuamos e garante aos nossos clientes excelência operacional e busca por melhorias constantes”, diz. Os novos materiais, cujo consumo é de 150 mil/mês, podem ser vistos como instrumento de trabalho dos profissionais da companhia que promovem a limpeza pública e as tarefas especiais da capital paranaense, como a capinação de canteiros e a limpeza de ruas após as feiras livres. A CAVO atua na cidade, com alto índice de aprovação pela população (95%), há mais de 10 anos. “Com o uso dos sacos oxi-biodegradáveis, o aterro sanitário local deixará de receber, a médio e longo prazos, um volume de 4,5 mil a 5 mil sacos convencionais por dia. Isso, sem dúvida, representa um ganho para o meio ambiente”, diz o gerente de operações da CAVO Curitiba, Romero Tavares. Os sacos oxi-biodegradáveis têm tecnologia desenvolvida pela RES Brasil, única licenciadora no País de embalagens oxi-biodegradáveis da inglesa Symphony Plastics Technology. Eduardo Van Roost, diretor superintendente da licenciadora conta que a tecnologia é baseada na utilização de um aditivo, o D2W incorporado na fabricação dos plásticos, formados por átomos de carbono e hidrogênio ao carbono. “O aditivo mantém as mesmas características dos sacos, como brilho, resistência e leveza. No entanto, propicia, pela ação da natureza, uma quebra molecular infinitamente mais rápida desses componentes”, diz o executivo. A exemplo dos demais tipos de sacos, conta Van Roost, os oxi-biodegradáveis também podem ser reciclados. “É a garantia de que o meio ambiente será menos degradado”, diz. Os serviços incluem coleta e transporte de lixo domiciliar, reciclável, hospitalar e de resíduos tóxicos domiciliares, varrição manual e mecanizada, limpeza de feiras livres, lavagem de domus (terminal de ônibus), calçadões, limpeza especial e de rios, além da operação do Aterro Sanitário da Cachimba. A operação conta com 1,8 mil funcionários que cuidam de 18 mil quilômetros de ruas e calçadas e coletam cerca de 30 mil toneladas de resíduos mensais. Fonte: Máquina da Comunicação Del Valle Editoria Contato: vininha@vininha.com |
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