Brasil tem 20 projetos para disputar o mercado de carbono

Vinte projetos de empresas nacionais que visam diminuir o efeito estufa causado pela emissão de gases poluentes na atmosfera estão em andamento no país. Desses, 14 estão em exame para validação pela companhia norueguesa Det Norske Veritas (DNV). A emp

  
  

Vinte projetos de empresas nacionais que visam diminuir o efeito estufa causado pela emissão de gases poluentes na atmosfera estão em andamento no país. Desses, 14 estão em exame para validação pela companhia norueguesa Det Norske Veritas (DNV).

A empresa está no Brasil há 30 anos e é a primeira credenciada pelas Nações Unidas para verificação de projetos dentro das diretrizes do MDL - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, previsto no Protocolo de Kyoto.

Segundo o diretor de desenvolvimento de negócios da DNV, Samuel Barbosa, dos 14 projetos em análise pela companhia, a predominância é de aterros sanitários e destilarias de usinas de álcool.

Pelo Protocolo de Kyoto, já assinado por 120 países, a verificação da eficiência desses projetos garantirá às empresas créditos financeiros equivalentes à quantidade de gases que elas deixarem de emitir no meio ambiente, que poderão ser negociados no mercado internacional de crédito de carbono, o que resultará em recursos adicionais para investimentos no país.

O gerente da DNV na América do Sul, Edgardo Devotto, revelou que além dos projetos em avaliação no Brasil, a DNV examina também para validação 10 projetos de redução dos gases do efeito estufa no Chile, cinco no Peru e no Equador, um na Argentina, além da Colômbia e Venezuela.

A tendência é de crescimento do número de projetos, uma vez que aumenta no empresariado da região a conscientização sobre a necessidade de criação de mecanismos que garantam a sobrevivência da Terra e, em consequência, de seus habitantes e da natureza. O Brasil, segundo avaliou Devotto, tomou a dianteira e está muito ativo nesse processo.

Fonte: Agência Brasil


  
  

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