Parceria vai estimular pesquisas com biocombustíveis no Brasil

Para acelerar novas pesquisas com biocombustíveis líquidos no país e viabilizar empreendimentos na produção de álcool etanol para atender à demanda potencial interna e externa que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Minis

  
  

Para acelerar novas pesquisas com biocombustíveis líquidos no país e viabilizar empreendimentos na produção de álcool etanol para atender à demanda potencial interna e externa que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, assinou, na terça-feira, dia 26 de agosto, um termo de cooperação
com a Petróleo Brasileiro S.A (Petrobras) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A assinatura aconteceu às 16h30, na sede do BNDES, localizada na Avenida República do Chile, 100, Rio de Janeiro-RJ.

O Brasil é o maior produtor de álcool do planeta e foi um dos primeiros países a criar um programa de redução da
dependência de suas economias ao petróleo – o Pró-Álcool.

Mas a utilização de outros biocombustíveis no nosso território (provenientes de oleaginosas como a soja, o girassol, o amendoim, a mamona e o dendê) ainda é muito tímida e as primeiras experiências nesse sentido estão na fase de pesquisa, sem alcançar o consumidor brasileiro.

“Nosso país tem um grande potencial para produzir biocombustíveis líquidos renováveis para substituir derivados de petróleo”, explica o diretor-presidente da Embrapa, Clayton Campanhola.

“A alta produtividade da cana-de-açúcar brasileira e o
domínio tecnológico sobre a cadeia produtiva de álcool tornam o Brasil o país mais competitivo neste setor. Esse domínio tecnológico praticamente elimina a dependência de insumos importados e é um grande gerador de empregos”, finaliza.

Clayton explica que o papel da Embrapa na parceria com o BNDES e a Petrobras será de desenvolver tecnologias para as cadeias produtivas das espécies potenciais para biocombustíveis, fazer estudos dessas cadeias produtivas e desenvolver processos tecnológicos para energia renovável.

Ao BNDES caberá identificar e implementar mecanismos de financiamento ou participação em capital de risco que incentivem o desenvolvimento do setor sucro-alcooleiro e de oleaginosas, destinado ao atendimento da potencial demanda interna e externa de biocombustíveis.

Já a Petrobras ficará responsável por prestar apoio tecnológico e de engenharia aos projetos identificados como necessários, participar como investidora nos projetos e disponibilizar sua infra-estrutura comercial e logística no país e no exterior, viabilizando também contratos de venda dos produtos e entregas nos pontos de consumo.

Fonte: AssCom. Social da Embrapa

  
  

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