Oleiros Cerâmicos recebem licenças ambientais

Ação faz parte do projeto Oleiro Cerâmico, desenvolvido pelo Sebrae no Amapá, para estimular a competitividade e adequar empresas à legislação Fernanda Picanço Macapá - Trabalhar confor

  
  

Ação faz parte do projeto Oleiro Cerâmico, desenvolvido pelo Sebrae no Amapá, para estimular a competitividade e adequar empresas à legislação

Fernanda Picanço

Macapá - Trabalhar conforme as normas legais e com respeito ao meio ambiente. Nesta perspectiva, na quarta-feira (28), vinte empresas participantes da Cooperativa dos Oleiros Cerâmicos do Estado do Amapá (Cooceap) ganharam suas licenças ambientais.

Participaram da solenidade o presidente da Cooceap, Raimundo Batista; o secretário do Estado de Meio Ambiente (Sema) Antônio Carlos Farias; o presidente do Instituto de Pesquisas Cientificas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), Benedito Roberto; o secretário de Estado da Indústria Comércio e Mineração (Seicom), Benício Dias; o superintendente do Sebrae, João Carlos Alvarenga; e a diretora-técnica do Sebrae no Amapá, Célia Brazão.

O Sebrae, um dos parceiros do Projeto Oleiro Cerâmico, já vinha há algum tempo investindo esforços e recursos para adequar o trabalho dos oleiros às questões ambientais. Para isso, contratou um consultor para assessorar as empresas que estavam sem a devida licença ambiental e que não recebiam nenhum tipo de orientação técnica.

Até o ano de 2006, a situação dessas empresas era muito complexa. Do ponto de vista da legislação ambiental, elas se encontravam en situação ilegal, muitas com as autorizações vencidas. O Sebrae/AP deu um passo para regularizar a situação das empresas, para que elas cumpram as normas ambientais.

Segundo Antônio Carlos Farias, secretário da Sema, no ano passado, o Amapá foi o único estado que conseguiu do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) licenças no setor oleiro, por cumprirem as normas exigidas pelos órgãos responsáveis.

Para atingir essa conquista, várias atividades foram realizadas, como o diagnóstico da situação dos oleiros, a orientação sistemática individual e coletiva, a recuperação florestal e o aproveitamento das áreas para a piscicultura. As atividades reforçaram para esses trabalhadores a importância da preservação e da conservação dos recursos naturais.

Segundo o superintendente do Sebrae/AP, João Carlos Alvarenga, o setor oleiro tem que se preocupar com questões ambientais. "Devemos ter consciência em preservar. A lei ambiental não deve existir somente no papel, mas precisa estar na consciência de todos”, disse.

Serviço:
Sebrae no Amapá - Comunicação: (96) 3214-1435 Fonte: SEBRAE

  
  

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