Ornitólogos descobrem nova espécie na região sul do país

Em um país como o Brasil, que já tem grande parte de sua avifauna estudada e documentada, torna-se cada vez mais difícil o encontro com espécies nunca antes vistas na sua área territorial. Tais flagrantes se dão quase sempre nas zonas fronteiriças, por mo

  
  

Em um país como o Brasil, que já tem grande parte de sua avifauna estudada e documentada, torna-se cada vez mais difícil o encontro com espécies nunca antes vistas na sua área territorial. Tais flagrantes se dão quase sempre nas zonas fronteiriças, por motivos óbvios, sendo muito raros nas porções centrais do Brasil, e muito menos nas proximidades de grandes cidades.

Os pesquisadores Marcos R.Bornschein, Giovanni Mauricio e Raphael Sobânia, porém, fizeram dois registros de uma espécie ainda não conhecida em território brasileiro: o mergulhão-de-orelhas (Podiceps occipitalis).

Essa ave, aparentada com os pingüins mas que vive em água doce, possui distribuição centrada na região andino-patagônica, até o setor sul da Bacia do rio da Prata.

Durante seus trabalhos de campo no ano de 2002, na região oeste de Santa Catarina, os pesquisadores acharam três dessas aves em um pequeno lago artificial, perto da cidade de Água Doce.

Na ocasião, foi considerado um grande e incomum achado. Não imaginavam que exatamente um ano depois, tornariam a encontrar a espécie em plena cidade de Curitiba (PR), no movimentado lago do parque Barigüi.

O fato é curioso uma vez que, sendo espécie migratória, parece ter chegado a esses locais acidentalmente, provavelmente motivada por erros de cálculo ou intempéries ocorridas em seu trajeto migratório usual.

A descoberta foi registrada pela fotógrafa Priscila Forone e divulgada no último número da Ararajuba (Revista Brasileira de Ornitologia), periódico científico sobre
Ornitologia no Brasil.

Dentro de alguns dias, será mais uma dentre as cerca de 1730 que já foram encontradas no território brasileiro, e cuja `nacionalidade brasileira` é concedida pelas deliberações do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos.

Fonte: Sociedade Fritz Müller de Ciências Naturais

  
  

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Affonso celso alexandrino

Affonso celso alexandrino

28/10/2011 23:03:26
Quem sabe alguém possa me ajudar. Encontrei um beija flor no meu quintal com metade do rabo arrancado. Do lado esquerdo só possui a pena maior. Desta forma está sem equilibrio para voar. Estou alimentando com agua diluida com açucar para gerar energia mas creio que é insuficiente. Preciso saber como fazer para manter o bichinho vivo. Será que extraindo as penas do outro lado do rabo ele terá equilibrio para voar? Não sei como mante-lo vivo até o desenvolvimento das penas, se isso é possivel. Alguém pode me dizer o que fazer? Resposta para affonsoc.alexandre@terra.com.br urgente grato affonso

Célia Carbone

Célia Carbone

28/09/2009 23:36:53
Boa noite
Moro em Campinas - SP , Domingo dia 27/09/09 descobri aqui proximo a minha residencia um passáro que ainda nunca havia visto, conseguimos fotografa -lo . gostaria como faço para enviar a foto para saber se alguém pode me dizer que especie é essa.
Grata

Equipe EcoViagem

Equipe EcoViagem

Olá Celia, Indicamos que você encaminhe a foto para o Ibama - www.ibama.br Os especialistas poderão lhe ajudar a identificar a espécie. Agradecemos o contato Equipe EcoViagem
Silvio Silveira Filho

Silvio Silveira Filho

08/01/2009 11:29:40
Dizem que sou ecológico demais, mas tenho que ser...
na nossa regiao a captura de Patativas e caboclinhos e uma verdadeira catastrofe, neste ano que passou soube que mais de 400 aves foram capturadas...
A caça predadtoria ao veado campeiro também é indiscriminada, as aracaurias novas o nosso pinheiro brasileiro é cortado ainda com poucos centimetros de altura, alegam que é proibido crotar a árvore quando adulta e que o governo não oferece nada em troca de sua preservação.
se puderem me ajudem a combater este mal.
Abraços Silvio

Silvio Silveira Filho

Silvio Silveira Filho

25/10/2008 11:02:55
Gostei Muito da Descoberta, aqui em São Joaquim quase todo o mês de Abril/Maio as garças brancas aparecem e ficam alguns dias, tambem a garça rosa nos lagos do interior as vezes a gente observa...
Gostaria de saber qual a incidência de Coruja das tores na nossa Região se for possível. abraços Silvio

Carlos Scheibler

Carlos Scheibler

24/10/2008 15:33:18
Olá pessoal, também eu gostaria de identificar uma avezinha que tem aparecido num terreno baldio ao lado da minha casa.Em tamanho, é pouco maior que uma corruíra (cambaxirra) e tem mesmo modo de andar entre a vegetação rasteira, atrás de insetos. Até na forma de voar se assemelha muito à corruíra.Quanto às cores: o macho tem o corpo amarelo, com as asas verde-amareladas (quando recolhidas). Sobre os olhos, uma pequena faixa preta tal qual a máscara dos filmes do "Zorro". A fêmea tem as cores um pouco mais apagadas.Fizeram ninho em uma moita, a 30cm do chão. No último sábado tinha um ovo, na terça-feira tinha 3 ovos e assim estava até a quinta.Olhando do terraço da minha casa, vejo o casal fazendo uma grande volta em torno da moita antes de adentrá-la, possívelmente tomando o cuidado para evitar que predadores os vejam indo ao ninho. Moro em bairro arborizado e afastado 12 km do centro de Porto Alegre e nos últimos anos, temos visto uma invasão de aves que antes não havia por aqui (canários da terra, caturritas, papagaios, pombas do mato, pombas campeiras, eventuais cravinas e até tucanos (por enquanto em raras aparições). A que se deve este fenômeno? Habitats silvestres com superpopulação? Quanto ao passarinho, fico no aguardo de sua ajuda, para matar minha curiosidade.