A indústria da reciclagem é sustentada pelo desemprego

Hoje, quase tudo é reciclável. E sempre surgem novas tecnologias, permitindo reciclar o que antes não se podia, como informa o site do Instituto Akatu, que prega o consumo consciente. Ultimamente, os principais jornais do País vêm publicando notícias s

  
  

Hoje, quase tudo é reciclável. E sempre surgem novas tecnologias, permitindo reciclar o que antes não se podia, como informa o site do Instituto Akatu, que prega o consumo consciente.

Ultimamente, os principais jornais do País vêm publicando notícias sobre os nossos recordes em reciclagem. Além das latas de alumínio, que dão ao Brasil o mais alto índice de reciclagem do mundo, também avançamos muito quanto a outros materiais descartáveis: plástico, papel e vidro.

O mercado da reciclagem cresce porque, infelizmente, também cresce o desemprego. Segundo o Cempre – Compromisso Empresarial para Reciclagem e a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, já são cerca de 500 mil os catadores de papéis, metais, plásticos e vidros. O número é de tal ordem que levou o Ministério do Trabalho a reconhecer o catador na nova Classificação Brasileira de Ocupações, no ano passado. Esse cenário pode ser observado a qualquer momento, em especial nas áreas urbanas, onde as carrocinhas dos catadores de rua se multiplicam.

Com o aumento da oferta, mais uma vez as impiedosas leis do mercado se impõem. Enquanto a indústria da reciclagem aumenta os seus ganhos, os preços de compra dos materiais caem e os catadores continuam cada vez mais pobres.

Este é o assunto da semana na coluna Responsabilidade Social e Ética, do jornalista Engel Paschoal.

Engel Paschoal dá cursos e palestras motivacionais de responsabilidade social. A coluna Responsabilidade Social e Ética tem o apoio do Instituto Ethos e é publicada em jornais e sites, entre eles o Canal Trabalho & Companhia.

Fonte: Instituto Ethos

  
  

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Pussy

Pussy

17/11/2011 15:58:14
Acho bom

Manoel Mantovani

Manoel Mantovani

04/11/2009 15:21:37
Atualmente estou morando em Porto Velho/RO, aqui o cuidado com o Meio Ambiente é totalmente inútil. Acho que vou ganhar muito dinheiro pelo tanto de lixo jogado por todos os lados neste Estado. Preciso saber como montar um indústria de reciclágem, custos e tudo mais, seja de plástic, papel, etc..., se não for possível tal informação que seja pelo menos os contatos que poderiam me ser útil.
Atenciosamente.
Manoel Mantovani