SOS Babitonga trabalha pela recuperação de baía no norte de Santa Catarina

No dia 06 de junho do corrente ano, as mais ativas entidades não governamentais, cansadas do descaso e com a constante poluição que a Baía da Babitonga vem sofrendo, estarão realizando um movimento de recuperação e limpeza da baía. O movimento será um

  
  

No dia 06 de junho do corrente ano, as mais ativas entidades não governamentais, cansadas do descaso e com a constante poluição que a Baía da Babitonga vem sofrendo, estarão realizando um movimento de recuperação e limpeza da baía.

O movimento será um ato de conscientização para todos os municípios situados na região costeira do litoral Norte catarinense. O evento tem início marcado para às 9 horas da manhã, tendo continuidade por todo o decorrer do dia.

A principal meta das ONGs será recolher o maior número de lixo possível (em anos anteriores foram recolhidas sete toneladas de lixo). Este ano o movimento pretende atingir o número de 50 embarcações que saírão de diversos pontos da baía para recolher o lixo, no centro de São Francisco do Sul, haverá a distribuição de combustível para as embarcações que colaborarem com a coleta.

O movimento ainda contará com uma intensa programação, onde passeios de barco, shows com bandas locais, oficinas de manipulação, reaproveitamento de lixo e exposições estarão acontecendo no centro histórico.

Diversas entidades já aderiram ao movimento dentre elas AMACOP, AECAR, AMECA, AMOEF, APPF, Itaguasurf, OAB, Vidamar,Prefeitura Municipal de São Francisco do Sul, Capitânia dos Portos, AFS, ASSFS e diversas outras empresas, demonstrando assim a importância do SOS Babitonga que não tem a pretensão de limpar ou despoluir a baía por completo, mas a clara intenção de plantar uma semente, enquanto ainda há tempo, enquanto ainda há vida nas águas da baía.

O arquipélago da baía atinge mais de 160 quilômetros quadrados de água e 83 ilhas, a Baía de Babitonga é fonte de renda para inúmeras famílias de pescadores, além de ser, a maternidade da vida marinha da região, com vastos manguezais e alagadiços que propiciam o desenvolvimento de farta fauna marinha, entre aves, peixes, moluscos e crustáceos, sendo assim, o viveiro natural de milhares de espécies que habitam e ou procuram a região como criadouros naturais.

Fonte: Assessoria de Imprensa Luciano Rochadel

  
  

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