Tecnologia avançada de química seca oferece maior precisão diagnóstica

Estudo econômico confirma que o sistema de análise clínica por química seca proporciona economia aos laboratórios, maior precisão nos resultados, a menor margem de erro do mercado e o menor índice de repetição de exames Precisão, segurança e alta tecn

  
  

Estudo econômico confirma que o sistema de análise clínica por química seca proporciona economia aos laboratórios, maior precisão nos resultados, a menor margem de erro do mercado e o menor índice de repetição de exames

Precisão, segurança e alta tecnologia. Estas são as principais características do método de diagnóstico de análise clínica por química seca. A metodologia é uma das mais modernas disponíveis atualmente no mundo, a única que dispensa a utilização de água no procedimento e, é considerada com maior grau de eficiência e precisão.

Além disso, o sistema é uma alternativa mais econômica se comparada ao sistema convencional de química úmida, uma vez, que permite a redução dos investimentos em recursos humanos e treinamentos de mão-de-obra altamente capacitada para as operações, possui menor tempo de ociosidade operacional, pois não exige a calibragem diária do equipamento como no sistema convencional, entre outras características. Tudo isso resulta em redução do custo final e no aumento da produtividade laboratorial.

A conclusão é parte integrante de um estudo econômico finalizado pela Johnson & Johnson Produtos Profissionais – empresa que detém a tecnologia do Sistema VITROS com exclusividade -, num hospital público de grande porte localizado na capital paulista que é referência em tratamento cardiovascular.

Baseado no volume mensal de análises realizadas na instituição (51.026 exames/mês), esse levantamento aponta em números absolutos, a economia de R$ 6.123,12 ao ano com a utilização do sistema VITROS, já que mensalmente, quando comparada com os custos da química úmida, a diferença é de R$ 510,26.

Tudo isso só é possível porque em lugar dos tradicionais tubos de ensaio e lâminas,utiliza-se um pequeno “slide” que contém seis camadas com reagentes sólidos, filtros,diferentes membranas, entre outras composições que permitem a análise de mais de 60 parâmetros da bioquímica, para os principais tipos de exames, como colesterol, triglicérides, enzimas hepáticas, drogas terapêuticas, entre outros.

“A economia se dá de forma tangível e intangível. No primeiro caso, consideramos os comparativos reais, como a questão dos custos reduzidos devido ao processo de química seca eliminar o uso de água filtrada, ter menor tempo de ociosidade de equipamento (por não exigir calibragem diária do aparelho) e ser mais preciso.

Além disso, reduz significativamente o índice de repetição dos exames, garante um tempo de análise menor (a média é de 2 a 7 minutos por exame, enquanto no sistema convencional, passa dos 10 minutos) e tem maior vida útil do que o sistema de química úmida.

Já no segundo caso, consideramos vantagens que beneficiam diretamente o paciente, como a utilização de menor quantidade de amostra (material coletado, apenas 10 microlitros), alto índice de precisão com a menor margem de erro, e a rapidez na conclusão do diagnóstico”, analisa a gerente de produto, da Johnson & Johnson Produtos Profissionais Estela Barão.

Outro importante fator que deve ser considerado recai sobre o custo referente à contratação de mão-de-obra altamente especializada. A partir do momento em que não é necessária a manipulação dos reagentes, é possível remanejar a equipe de profissionais técnicos para áreas como o controle de qualidade e ou trabalhos científicos, pois a produtividade é otimizada.

A tecnologia

Essa tecnologia é medida pelo princípio da reflectância, cuja análise laboratorial ocorre por meio de uma reação química que é medida através da luz. Toda a linha de equipamentos é denominada VITROS, com três modelos distintos classificados conforme a capacidade de operação por hora: VITROS 950 (900 análises/hora); VITROS 250 (250 análises/ hora) e VITROS DT (100 análises/ hora).

“Os reagentes ficam dispostos em multicamadas no slide,do tamanho de um selo postal. Quando o material colhido é introduzido no equipamento, inicia-se o processo químico, no qual ocorre uma reação padrão.

Automaticamente, a luz incide diretamente no fundo do slide e é transformada em leitura de voltagem que gera o resultado da análise solicitada”, explica Estela.

Cada slide é de uso único e, como dispensa o uso de água potável na manipulação dos reagentes, pois estes já estão dispostos em multicamadas, facilita e agiliza todo o processo e sobretudo, reduz riscos de contaminação.

Outro diferencial é a elevada precisão do método por química seca. `Pelo sistema VITROS, o coeficiente de variação de erro gira em torno de 1% a 2%, enquanto que na química líquida (método convencional), este percentual sobe para índices maiores que 5%, mais que o dobro do coeficiente registrado no caso da química seca.

Além disso, o índice de repetição do exame para confirmação diagnóstica cai de 30% no sistema convencional, para apenas 10% a 5% na química seca. Ou seja, a necessidade de repetição dos exames cai muito devido à alta precisão`, considera a gerente.

O tempo para a realização do exame também é bem menor: varia de dois a sete minutos,em média. Na química líquida, este tempo é superior a 10 minutos.

A tecnologia é validada pelo FDA - Food and Drugs Administration e já vem sendo utilizada em muitos países, como Estados Unidos, França Alemanha, Espanha, Itália,Inglaterra, Portugal, entre outros, incluindo o Brasil, desde 1992.

Sobre a J&J PP

A Johnson & Johnson Produtos Profissionais, empresa responsável pela comercialização exclusiva desta tecnologia, coloca à disposição dos clientes toda equipe de assessoria científica para prestar serviços na área do treinamento e manuseio dos aparelhos, além do trabalho convencional de assistência técnica.

Benefícios oferecidos pela química seca

- Não utiliza água em nenhuma fase do processo de análise clínica.

- Dispensa investimentos em recursos humanos para treinamento e capacitação técnica

- Conta com a longa validade dos kits e proporciona baixas perdas

- O único dejeto produzido é um slide, que pode ser autoclavado após o uso

- Não exige o preparo de reagentes, portanto, oferece mais agilidade, mais segurança, menor risco de contaminação e muito mais precisão

- Possui calibração estável por seis meses e dispensa treinamentos intensivos

- Utiliza a menor quantidade de amostra coletada do mercado, porém, oferece a maior precisão

Fonte: Ketchum Estratégia Assessoria de Comunicação

  
  

Publicado por em

Katia regina do prado de carvalho

Katia regina do prado de carvalho

05/02/2009 14:56:49
onde posso encontrar o curso de quimica seca

Joelma

Joelma

02/02/2009 09:12:39
Não trabalho com laboratório,mas minha tese de doutorado na área médica é de dosagens de PCR por quimica seca e não pelo método convencional descrito : a nefelometria.Vocês teriam literatura comparando as duas metodologias para eu usar

Ana Cristina da Fonseca Camilo

Ana Cristina da Fonseca Camilo

19/11/2008 20:50:29
Eu ja trabalho com este aparelho a algum tempo, e realmente a economia que ele proporciona ao laboratório é bem considerável. Sou estudane de biomedicina e gostaria de saber como posso fazer um curso para fazer acessoria cientifica dos aparelhos.

Fernando maria dos santos

Fernando maria dos santos

01/09/2008 16:08:00
otimo pois e mais uma forma de proteger o meio ambiente e de fortalecer a area medica com dados precisos e rapidos com menos sofrimento por parte do pcte e tudo de bom num unico aparelho...