Notícias > Ambiente > Tecnologias limpas e energias renováveis >Embrapa investirá R$ 50 milhões em agroenergiaA Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária vai investir nos próximos cinco anos R$ 50 milhões em pesquisa na área de agroenergia. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (05) pelo presidente da inst8 de Fevereiro de 2007. Publicado por Guto Bertagnolli A Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária vai investir nos próximos cinco anos R$ 50 milhões em pesquisa na área de agroenergia. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (05) pelo presidente da instituição, Sílvio Crestana, durante a reunião do Conselho do Agronegócio da Fiesp - Federação das Indústrias de São Paulo, transmitida online pela internet. Segundo Crestana, a Embrapa vai contratar 20 pesquisadores com pós-doutorado para atuar no Centro de Pesquisa em Agroenergia da Embrapa, sediado em Brasília. A empresa irá criar cinco centro de pesquisa regionais para realizar estudos levando em conta os com biomas locais. Crestana reconhece que os recursos disponíveis é baixo, levanto em conta US$ 1,6 bilhão que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deve investir em pesquisa na área de agroenergia, mas ressalta que a participação da iniciativa privada pode dobrar os R$ 10 milhões que serão alocados para os investimentos no Brasil. "A Embrapa está fazendo a lição de casa", diz ele. O conselho também discutiu as sugestões feitas por Crestana para dar início aos estudos para a criação de uma Empresa de Propósito Específico (EPE). Roberto Rodrigues, que preside o Conselho da Fiesp, disse que até a próxima quinta-feira, o Ministério da Agricultura, a Embrapa e a Fiesp devem indicar os nomes dos técnicos que participarão de um grupo de estudo para viabilizar a criação da EPE que será uma parceria entre o governo e a iniciativa privada.
Benedito Silva realizou um levantamento junto aos diversos agentes do agronegócio e traçou um diagnóstico sobre as dificuldades para o sucesso do seguro rural no Brasil. Segundo ele, são vários fatores limitantes, como o de precificação dos prêmios, o alto custo de administração e de fiscalização e peritagem das lavouras. Outro fator, disse ele, é que o seguro rural ficou atrelado ao fiasco do Proagro e ao alto índice de catástrofes e indenizações. Em seu estudo, Benedito Silva citou que em 1975 o Proagro pagou, em valores atuais, R$ 84,8 milhões para cada R$ 1 milhão de capital segurado. Ele disse que o seguro agrícola é pouco representativa, pois participa com apenas 0,37% do total do mercado segurador brasileiro. Por: Venilson Ferreira/ Estadão Online Editoria: Guto Bertagnolli |
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