Seminário irá discutir a regulamentação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia

A Frente Parlamentar pela Energia Limpa e Renovável da Assembléia Legislativa de São Paulo, coordenada pelo deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), realizará no próximo dia 19 de fevereiro (quarta-feira), às 9 horas, no auditório José Bonifácio (ALESP), o semin

  
  

A Frente Parlamentar pela Energia Limpa e Renovável da Assembléia Legislativa de São Paulo, coordenada pelo deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), realizará no próximo dia 19 de fevereiro (quarta-feira), às 9 horas, no auditório José Bonifácio (ALESP), o seminário “O Proinfa e a diversificação da matriz energética”,para debater os efeitos da regulamentação do Proinfa – Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (decreto federal nº 4.541).

O objetivo do programa, desenhado no rescaldo da crise do apagão, é o de diversificar a matriz energética brasileira para evitar uma dependência demasiada das hidrelétricas.Para tanto, o programa garante estímulos, tais como preço de referência e garantia de compra para energias alternativas, como é o caso da biomassa da cana-de-açúcar, da eólica, solar e até mesmo para as Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCH.

O debate :

Terá como ponto de partida a abertura do presidente da Assembléia Legislativa, deputado Celino Cardoso (PSDB) -contará com a participação de vários especialistas e abordará questões relevantes para o Estado, tais como: Os efeitos do Proinfa em São Paulo (Dr. Mauro Arce – Secretário de Energia de São Paulo); O Proinfa e o setor sucroalcooleiro (Dr. Onório Katayama – Unica); O Proinfa e os seus efeitos na política energética (Dr. Luiz Gonzaga Bertelli – Diretor do departamento de Infra-Estrutura da FIESP); Proinfa e o Meio Ambiente (Dr. José Zatz – Especialista do Setor); Aspectos Jurídicos do Proinfa (Dr. Marcos Perez – Advocacia Manesco, Rairez, Perez e Azevedo Marques).

“Este programa é digno de aplausos, pois é o primeiro passo para fazer com que o país se preocupe em diversificar sua matriz de energia, buscando fontes ambientalmente corretas, inovadoras e não usuais para suprir a demanda de energia.Agora,iremos discutir os detalhes e efeitos de sua regulamentação”, ressaltou o deputado Arnaldo Jardim.

Fonte: AssCom. do Deputado Arnaldo Jardim

  
  

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