Universo tem mais estrelas no céu que grãos de areia na terra

Estudos conduzidos por pesquisadores australianos dão conta de que o Universo tem 70 septilhões de estrelas. O número, composto de 22 zeros, é dez vezes superior ao número estimado de grãos de areia na Terra. A informação é do diretor da Escola de Astrono

  
  

Estudos conduzidos por pesquisadores australianos dão conta de que o Universo tem 70 septilhões de estrelas. O número, composto de 22 zeros, é dez vezes superior ao número estimado de grãos de areia na Terra. A informação é do diretor da Escola de Astronomia e Astrofísica, Simon Driver.

Ele disse que sua equipe usou um dos telescópios mais potentes disponíveis para estudos do espaço e, dessa forma, chegou-se à melhor estimativa feita até hoje.

Ainda assim, Driver admite que os cálculos são imprecisos porque só incluem estrelas ao alcance dos equipamentos.

O estudo visa a medir distâncias existentes entre as 250 mil galáxias mais próximas da Terra. O cientista explicou que, para chegar ao número de vários dígitos, ele e sua equipe estudaram em detalhes região próxima da Terra.

Eles calcularam, então, a quantidade de estrelas pela luminosidade de cada galáxia. Em palestra na assembléia-geral da União Astronômica Internacional, em Sidney, Driver disse ainda que o número real de estrelas pode ser ainda maior.

Fonte: Radiobras

  
  

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Bismarck

Bismarck

15/1/2012 19:19:03
E o homem ainda queria fazer a Torre de Babel para chegar ao céu! Impossivel.

Robson

Robson

30/4/2010 14:28:24
Não acredito que possa haver mais estrelas no Universo do qua grãos de areia na Terra. Isso é um absurdo!

João Jannis

João Jannis

4/3/2009 04:13:25
Senhores,
Acredito que mesmo para os estudiosos, os números estejam muito além da capacidade da sua imaginação, imagine para os "comuns", nós leigos. A coisa piora se você imaginar que possam haver outros infinitos universos.
Mesmo que se possa levar a imaginação ao máximo, a nossa mente é muito limitada para tanto. Porém graças aos senhores temos a oportunidade de termos uma vaga noção desse infinito.
Obrigado à todos vocês.

João Jannis