Vencedores de prêmio de Meio Ambiente da Bayer retornaram da Europa

Entre os dias 28 de novembro e 3 de dezembro, os estudantes e jornalistas premiados pela primeira versão brasileira do Bayer Young Environmental Envoy (BYEE) e do Bayer Environmental Award for Media (BEAM) , programas do Grupo Bayer no Brasil com o apoio

  
  

Entre os dias 28 de novembro e 3 de dezembro, os estudantes e jornalistas premiados pela primeira versão brasileira do Bayer Young Environmental Envoy (BYEE) e do Bayer Environmental Award for Media (BEAM) , programas do Grupo Bayer no Brasil com o apoio do Cria (Centro de Referência em Informação Ambiental), que têm o objetivo de incentivar o trabalho desenvolvido por jovens
sobre Meio Ambiente, estiveram em um intercâmbio na Alemanha, país que, atualmente, é considerado referência em projetos de desenvolvimento sustentável no mundo. A viagem fez parte da premiação dos jovens vencedores.

Os visitantes estiveram presentes em encontros comemorativos e, também, no evento de premiação, que reuniu vencedores vindos de outros 13 países, como, por exemplo, China, Índia e Venezuela; conheceram instituições alemãs que atuam na área ambiental;
participaram de workshops; visitaram instalações técnicas da Bayer; além de passearem por regiões turísticas do País.

Entre os estudantes premiados que embarcaram para a Europa estão Débora Pereira, com o projeto “Lâmpadas Fluorescentes:Estudo de Caso do Potencial de Aplicação de Método Alternativo de Dete rminação de Mercúrio“, da UFRJ; Maurício Guimarães com o “Incorporação de Lodo de Estações de Tratamento de Água em Blocos Cerâmicos“, da USP; Pablo Fernandez, responsável pelo “Novo Gerar de Conversão de Gases Aterro em Energia Dentro do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo“,da EcoSecurities;e, finalmente, Rodolfo Marino, autor de “Utilização de areia de fundição em concreto“, também da USP.

Os jornalistas que viajaram são Mariana Viveiros, ex-Folha de São Paulo, premiada com a reportagem “Esgoto duplica custo de tratamento de água“, e Rafael Garcia, da revista Galileu, com a matéria “Quem vai explorar a biodiversidade amazônica?“.

Segundo Maurício Guimarães, a troca intensa de e xperiência e informação com outros jovens do mundo valorizou ainda mais a viagem para o país europeu.

“Tivemos a oportunidade única de conhecer os autores dos outros projetos ganhadores. Eu fiquei extremamente surpreso com o nível técnico e a complexidad e dos trabalhos apresentados pelas outras nações”, conta.

A estudante Débora Pereira ressalta, ainda, o contato direto com as tecnologias da região.

“Nós visitamos aterros sanitários, estufas,incineradores e locais de tratamento de resíduos e água. É bom voltar para o Brasil conhecendo esses programas que estão a
alguns passos à frente dos nossos”, diz Pereira.

Fonte: AG Comunicação Ambiental

  
  

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