Brasileiras se preparam para etapa Rio da Copa do Mundo de Trialto

Vencer a mais esperada etapa da Copa do Mundo de Triatlo é o grande objetivo das triatletas brasileiras na última prova da temporada. Trata-se da etapa do Rio de Janeiro, que será disputada no domingo, na Praia de Copacabana. Serão 1,5 km de natação, 40 k

  
  

Vencer a mais esperada etapa da Copa do Mundo de Triatlo é o grande objetivo das triatletas brasileiras na última prova da temporada. Trata-se da etapa do Rio de Janeiro, que será disputada no domingo, na Praia de Copacabana. Serão 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida a partir das 9h30 para as mulheres e 11h30 para os homens.

Além do sonho de vencer em casa, a etapa carioca conta pontos para o ranking mundial da União Internacional de Triatlo (ITU).

Estarão na disputa cinco dos seis triatletas que representaram o Brasil nos Jogos de Atenas: Carla Moreno (Pão de Açúcar/ Nike/ Unimonte), Sandra Soldan (Pão de Açúcar/ Brasil Telecom/Reebok, Mariana Ohata (Pão de Açúcar/Brasil Telecom), Paulo Miyasiro (Pão de Açúcar/Unimonte) e Juraci Moreira (Pão de Açúcar/Brasil Telecom). O único ausente do time olímpico será Leandro Macedo (Pão de Açúcar).

Reserva em Atenas, Virgílio de Castilho (Pão de Açúcar/Brasil Telecom) também está confirmado.

A triatleta de Niterói Sandra Soldan chega embalada para a etapa carioca. Terceira colocada em Cancún no domingo, Sandra mostrou que está recuperada da contusão no glúteo que a tirou da prova de Atenas. Ela ainda ganhou uma motivação extra, pois o resultado no México a colocou na 31ª posição do ranking mundial, 33 posições acima da classificação anterior. “Adoro competir em Copacabana, com a família toda reunida e a torcida vibrando, gritando meu nome.

O bom resultado em Cancún vai me dar um gás extra para a prova de domingo”, afirma Sandra, que completou a prova mexicana em 2h06min24seg.

Quam também tem motivação de sobra para domingo é Carla Moreno, que venceu em Copacabana no ano passado e vai tentar o bicampeonato.

Depois de abandonar no ciclismo na Olimpíada, a triatleta de São Carlos enfrentou alguns problemas físicos.

“Refiz uma cirurgia no nariz e, quando estava melhorando, tirei um tumor da virilha, que graças a Deus era benigno. Com tudo isso fiquei 40 dias parada, o que não me deixa hoje na melhor condição física. Mas estou bem mentalmente e tudo pode acontecer. Uma prova como esta é uma verdadeira caixinha de surpresas. Não descarto nenhuma possibilidade”, diz a 18ª colocada do ranking da ITU.

A terceira representante do triatlo feminino brasileiro é Mariana Ohata. Atual 55ª colocada do ranking, a brasiliense foi a única brasileira a completar a prova de Atenas, na 37ª posição, melhor resultado da América do Sul.

“Adoro competir no Brasil, a torcida me emociona e me traz energia para correr mais forte. Mesmo sabendo que estamos ainda num processo de recuperação do desgaste de Atenas, a vontade de correr com a torcida a meu favor é muito grande. Com certeza tentarei buscar o pódio para o Brasil.`

Fonte: ZDL de Comunicação

  
  

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