Equipe EcoViagem participa da 3ª Etapa

O EcoViagem também participou da 3ª etapa do trekking com duas equipes, EcoViagem 1 e 2. Nada melhor do que sentir na pele a emoção de participar da prova, perceber quais as dificuldades, aprender as técnicas básicas de navegação e perceber a importância

  
  

O EcoViagem também participou da 3ª etapa do trekking com duas equipes, EcoViagem 1 e 2. Nada melhor do que sentir na pele a emoção de participar da prova, perceber quais as dificuldades, aprender as técnicas básicas de navegação e perceber a importância da integração e divisão de funções entre os membros da equipe.

Grupo EcoViagem antes da divisão das equipes

A chegada ao Restaurante Pintado na Brasa, local da largada, já foi uma etapa que precisou da atenção e integração da “equipe do carro”. Isso porque não enxergamos as placas que indicavam a entrada e passamos reto. Aí era um ligando para o restaurante para descobrir a entrada certa, outro atento às possíveis indicações na estrada, outro olhando o mapa do caminho procurando referências...

Equipe EcoViagem 1

Finalmente chegamos ao local da prova, dividimo-nos em duas equipes e logo começamos a estudar a planilha. Enquanto uns analisavam as legendas, outros calculavam o tempo ideal de cada trecho e convertiam as distâncias e velocidades médias em passos.

Equipe EcoViagem 2 na trilha

Pouco antes das equipes começarem a sair, Demetrius, o organizador da prova, ensinou como utilizar os recursos de navegação e deu algumas dicas fundamentais para o bom desempenho dos grupos: integração, tolerância e delegação de funções. Cada um tinha que descobrir sua função de acordo com sua personalidade, e cada qual era fundamental para o bom desempenho de toda a equipe.

Paradinha para recarregar as forças

Recomendações dadas, dividimos as responsabilidades: Marcelo ficaria com a bússola e o cronômetro, Carlos contaria os passos, Mariane “decifraria” as legendas, Mara acompanharia a contagem dos passos e o tempo, e eu coordenaria os dados da planilha.

Nos trechos mais difíceis, o jeito era improvisar

Não pensem que foi fácil! No começo, tudo parecia funcionar bem, até nos “perdermos” pela primeira vez. Nessas horas é que percebemos como o bom desempenho de todas as funções e a integração da equipe são fundamentais. Revisamos a planilha, utilizamos a bússola e um pouco de nossa intuição e voltamos ao caminho correto.

Apesar do circuito ser relativamente leve, alguns trechos de maior dificuldade ao longo do percurso, como barrancos e descidas, geraram alguns escorregões e boas risadas. O sol forte dificultava ainda mais, desgastando os participantes.

A paradinha de alguns minutos no trecho neutro, onde não é contado o tempo, foi fundamental para recarregarmos as energias com um lanchinho, revisarmos a planilha e darmos uma descansada.

Seguimos então para a outra metade do trajeto, com um pouco mais da “manha” do trekking e da navegação em equipe. Com os tempos revisados na parada, começamos a nos aproximar mais do tempo ideal de cada trecho.

Pouco antes do fim da prova, nos perdemos novamente num outro trecho e fomos parar num quintal cheio de cachorros, de moradores da região. Voltamos ao caminho certo e terminamos o circuito junto com algumas outras equipes.

A sensação da chegada, de ter cumprido a prova e ter vencido as dificuldades é indescritível. Todos se empolgam, ficam felizes, completamente sujos, cansados e suados, e comemoram como se fossem os primeiros colocados. Todos se sentem vencedores.

No final, nossa classificação não foi das melhores nem das piores – fomos os 18 colocados entre 27 equipes – mas só a experiência já valeu a viagem. Depois de ouvirmos (sentados!) o anúncio dos vencedores das duas categorias, fomos todos comemorar comendo um delicioso pintado na brasa!

  
  

Publicado por em