Roteiro de Aventura em Conceição do Ibitipoca

Repleta de grutas, cachoeiras, picos, montanhas, mirantes e muita história, Conceição do Ibitipoca abriga um dos melhores Parques Estaduais brasileiros

  
  
Revista Aventura & Ação Ed. 149 - Conceição do Ibitipoca

Texto e fotos: Daniel Cotellessa
Esta matéria faz parte da Edição 149 da Revista Aventura & Ação

Auguste Saint-Hilaire, naturalista francês, não resistiu a tanta riqueza e diversidade. “À vista dos belos campos que se apresentaram hoje aos meus olhares, não pude deixar de sentir verdadeiro aperto de coração pensando que logo os deixarei para sempre”, afirmou. O tom é meio empolado. Pudera. Esse relato tem mais de 180 anos, quando Saint-Hilaire esteve no Brasil em missão diplomática e aproveitou para fazer o que mais curtia: zanzar na natureza e estudar a fauna e a flora local. Assim surgiu o primeiro relato de que se tem notícia das paisagens da pequena vila de Conceição do Ibitipoca, localizada no sudeste de Minas Gerais. O mais incrível é que o relato continua atual e verdadeiro.

Gruta dos viajantes, de formação quartzítica, possui um grande salão iluminado pela luz solar

O Parque Estadual de Ibitipoca está a 305 km de Belo Horizonte, a 260 km do Rio de Janeiro e a 486 km de São Paulo, no distrito de Conceição do Ibitipoca, em Lima Duarte (MG). Um desfile de cachoeiras, lagos, corredeiras, cânions e mirantes naturais de uma beleza literalmente rara. Assim como é a única chance de observar muitas espécies botânicas e da fauna que você apenas poderá encontrar nesse canto do planeta.

Durante a visita, as atividades permitidas são o trekking e o caving. Existem três circuitos: das Águas, da Serra do Pião e da Janela do Céu. Você pode fazer todos eles, mas precisará, no mínimo, de três dias para isso. Em todas as opções, a dica é contratar um guia. Apesar das trilhas serem auto-guiadas, existem atrativos sem indicações.

A portaria da Unidade de Conservação, distante apenas 3 km da cidade, já é repleta de grutas, cachoeiras, paredões, lagoas, trilhas, riachos e rios de tons que vão do mel ao vermelho, em conseqüência do acúmulo de matéria orgânica em decomposição nas bacias subterrâneas. Por isso, quem chega ao Parque logo compreende o nome dado pelos índios tupi-guaranis: Ibitipoca, que significa casa de pedra. Ao todo, são mais de 40 grutas, a maior concentração do Brasil. É programa de primeira. O francês Saint-Hilaire sacou isso faz tempo.

Circuito das Águas

Para pegar o pique, a recomendação é começar a aventura por esse circuito, que é o mais curto. São 5 km de caminhada fácil, através de trilhas que ziguezagueiam cachoeiras, poços e grutas. Nascido e criado em Conceição do Ibitipoca, Gabriel Fortes, guia e condutor ambiental, foi quem nos levou aos pontos mais especiais do Parque.

A 500 m do Centro de Visitantes está a Prainha, uma pequena praia nas margens do rio do Salto. O lado esquerdo é cercado por vegetação e o direito, por um banco de areia formado por quartzito há bilhões de anos. Por essa composição, há geólogos que acreditam que a região da Serra do Ibitipoca já foi mar. Na falta dele, entretanto, os banhistas costumam aproveitar os trechos rasos do rio para se refrescar. Como a temperatura do dia estava amena, não nos arriscamos. De lá, nosso guia propôs um aquatrekking. Aceite. Nele passamos por atrativos que não conheceríamos se fizéssemos a trilha sem guia.

Com a água até as canelas, passamos pela Prainha das Elfas, que possui um poço rodeado por afloramentos rochosos, pelo Lago Negro, piscina natural com 12 m de comprimento, e pela Ducha, uma queda de cerca de 4 m que cai em um degrau e forma um pequeno lago de cerca de 10 m de largura. Todas ótimas opções para um banho.

Deixamos o aquatrekking e voltamos para a trilha, onde os penhascos e desníveis continuavam se transformando em incríveis quedas d´água, como no Lago dos Espelhos, em que uma queda de 4 m dá origem a um poço, cercado por um paredão recoberto de vegetação e por outro banco de areia. A partir de lá, é fácil se chegar ao imponente Paredão de Santo Antônio, com cerca de 40 m de altura e um visual indescritível de vales e morros, que o torna um dos atrativos mais impressionantes desse circuito.
Outra parada entusiasmante é na Ponte de Pedra, que possui 40 m de altura e instigante beleza. Sob a ponte, há um conduto de 35 m de extensão, cavado pelas águas do Rio do Salto e decorado por samambaias e árvores de pequeno e médio porte que caracterizam a vegetação local. Um detalhe que torna o local ainda mais interessante são as maritacas, que utilizam as frestas incrustadas no paredão da ponte para fazerem seus ninhos.

Ainda merecem destaque neste roteiro a Cachoeira dos Macacos, que deságua da parte baixa da Ponte de Pedra, a cachoeira da Pedra Quadrada, com 30 m de queda, e o Lago das Miragens, cujo nome remete a uma típica lenda mineira, contada pelo nosso guia. “Há muito tempo, dois destemidos guerreiros indígenas lutaram pelo amor de uma jovem mulher. Derrotado, o preferido pela índia teve seu corpo lançado ao lago; a jovem, no entanto, inconformada, jogou-se na água, disposta a acompanhá-lo. O casal, dizem, pode ser visto às vezes de mãos dadas no fundo do lago.”

Finalizando o circuito, conhecemos a Gruta dos Coelhos, de 4 m de altura e 3 m de largura, com longos corredores que vão de 15 a 20 m. Localizada num paredão sombreado por mata densa, com grande quantidade de samambaias, a gruta se torna uma ótima opção para se descansar um pouco e recuperar as energias gastas no caminho.

Circuito da Serra do Pião

Com 11 km de caminhada e trechos bem íngremes, a trilha passa por algumas grutas e finaliza-se no Pico do Pião, um dos pontos mais altos do Parque, exigindo um bom preparo físico do trekker. A caminhada começa no Centro de Visitantes e após 2 km, chega-se à Gruta do Monjolinho, que possui uma cavidade de 20 m de projeção horizontal e 1 m de desnível. As rochas têm formatos irregulares e possuem condutos verticais e horizontais, onde se observam paredes finas com orifícios arredondados. A água passa por essa falha e cai logo abaixo em uma pequena piscina natural ao pé da gruta, que não pode ficar de fora do roteiro.

Três quilômetros depois, a Gruta do Pião, a 1.653 m de altitude, abriga, em seus 150 m de extensão, vários corpos d’água e inúmeros túneis. A vegetação é de mata úmida, com árvores de pequeno porte e exuberantes bromélias.

O trajeto ainda inclui parada na Gruta dos Viajantes, onde a entrada dá acesso a um grande salão com rochas de formas inusitadas, iluminadas pela luz solar. Quando chegamos a 1.720 m de altura, estávamos no Pico do Pião, que é assim chamado porque, visto de longe, assemelha-se a um pião com a ponta virada para cima. No seu topo, encontram-se as ruínas da antiga Capela Senhor Bom Jesus da Serra, onde restam apenas o altar e o piso. Do pico tem-se um visão de 360° e é possível ver a Serra da Mantiqueira, o vale do Rio do Salto, alguns morros com matas e aglomerados urbanos: uma vista que recompensa a subida.

Circuito da Janela do Céu

Possui o trekking mais puxado, com 16 km de extensão incluindo grutas, picos, cachoeiras e mirantes. Após caminharmos 3,5 km, chegamos ao Pico do Cruzeiro a 1.600 m de altura. Lá, há uma cruz de madeira, distante 20 m da trilha, que teria sido instalada na década de 1940. Na data de 3 de maio, Dia de Santa Cruz, a comunidade se reúne no Cruzeiro para rezar “o terço cantado”. De lá, avista-se grande parte do Parque, o Pico da Lombada e o Pico do Pião.

Mais à frente, algumas árvores de pequeno porte, bromélias, samambaias e liquens do tipo “barba-de-velho”, dependurados nas ramificações e galhos escondem a pequena entrada da Gruta da Cruz, com cavidade de 50 m e 15 m de desnível, que também merece uma visita.

Dois quilômetros de subida íngreme após esta parada nos presentearam com o ponto mais alto do Parque. A 1.784 m estávamos no Pico da Lombada, com uma visão de 360° que abrange o Pico do Pião, propriedades rurais, vilas e cidades do entorno, morros e a Serra da Mantiqueira.

A trilha reserva ainda muitas outras atrações e histórias. A Gruta dos Fugitivos, por exemplo, era usada como esconderijo para os escravos que fugiam dos engenhos nos séculos passados. É uma gruta pequena, sendo seu percurso iluminado naturalmente. Um dos pontos mais procurados pelos visitantes, entretanto, é o que dá o nome ao circuito, a Janela do Céu. A explicação é simples: uma abertura em forma de um pequeno arco sobre o leito do Rio Vermelho proporciona a visão do céu, dos vales e mares de morros. Essa abertura, formada pela vegetação, lembra uma janela. No lado esquerdo, há um mirante natural, de onde se avista um paredão na direção contrária e as quedas de uma cachoeira. Um dos pontos mais lindos que encontrei no Parque. Vale muito o esforço até chegar ali.

Desse ponto, o guia nos propôs continuarmos a trilha por dentro do rio. O que era bom estava ficando melhor, pois caminhar pela água refrescava muito mais do que andar pela trilha. Nos deparamos com um cânion e pequenas quedas d’água de grande perfeição. Andamos por ele cerca de 300 m, até chegarmos na Cachoeirinha, de 35 m de altura e de pequeno volume que, por causa do vento, ganha um aspecto de chuveiro, desaguando em um diminuto poço. Do topo da cachoeira, observam-se os paredões que o circundam, cobertos de vegetação. À margem esquerda, um banco de areia branca e grossa, que forma mais uma pequena praia. Na volta, aproveite o último mirante, o da Lagoa Seca, para sentir o ar puro, contemplar a paisagem e se despedir da acolhedora casa de pedra.

Com uma bela vista panorâmica, a Janela do Céu é o mirante mais procurado pelos visitantes

Atualidade e História

A vila de Conceição do Ibitipoca se manteve esquecida até recentemente, quando foi redescoberta pelo turismo. Hoje, abriga inúmeras pousadas e restaurantes e se constitui no primeiro e principal ponto de apoio para quem visita o Parque Estadual do Ibitipoca, parque mais visitado no estado de Minas Gerais.
A vila pertencente à Zona da Mata mineira está plantada na Cordilheira da Mantiqueira, na Serra de Ibitipoca, paralela à Serra do Mar. A elevação rochosa com altitudes que variam entre 1.200 e 1.780 m possui uma rica formação geológica, predominantemente quartzítica. Entre os fatores determinantes para as instigantes paisagens características da vila, está o relevo acidentado da região, que possibilita a formação de "gargantas", cavernas, despenhadeiros e vales, abrigando uma diversidade de cursos d’água. O Rio Vermelho e o Rio do Salto nascem lado a lado, mas tomam destinos diferentes. O Rio do Salto corre em direção ao sul e deságua no norte, na Bacia de Atafona, em Campos. O Rio Vermelho corre em direção ao norte e deságua no sul, na Bacia do Rio Grande.

Com um clima tropical de altitude (entre 15°C e 18°C), inverno frio e seco e chuvas intensas no verão, a pequena Conceição do Ibitipoca é um dos vilarejos mais antigos de Minas Gerais. Sua origem remete ao século XVII, quando aquela porção da Serra do Ibitipoca – até então habitada pelos pacíficos índios aracis – recebeu os primeiros exploradores brancos em busca do ouro das Gerais. Quem passa hoje por lá não pode imaginar que a vila foi um dos centros de poder do passado de Minas Gerais, em função da exploração do mineral. Quando perdeu esse posto, devido aos rumos da corrida do ouro, que tomava a direção da região de Vila Rica, o distrito foi praticamente abandonado, mantendo o aspecto de um arraial antigo, com poucas ruas tortas, de calçadas de pedra e outras de terra.

Parque Estadual do Ibitipoca: exuberância na geologia e na biodiversidade

Criado em 1973, o Parque abrange uma área de 1.488 hectares e exibe uma cobertura vegetal diversificada, com predominância dos campos rupestres entre afloramentos quartzíticos. Nas altitudes mais baixas do Parque, prevalecem as matas de candeias, árvores com troncos cobertos de musgos e liquens. A flora se destaca pela variedade de orquídeas, espécies raras de bromélias e sempre-vivas. A fauna também chama a atenção dos turistas. Entre os habitantes mais populares da Unidade estão o lobo-guará, a onça-parda e o mono-carvoeiro, animais ameaçados de extinção. Outro morador famoso é o espalhafatoso bugio, que recebe os visitantes com “gritaria” durante o amanhecer, e, por vezes, dá o ar da graça entre as árvores.

Além de abrigar animais ameaçados de desaparecerem do planeta, o Parque também é famoso por acolher moradores peculiares e ainda pouco conhecidos pela comunidade científica. Cerca de 240 espécies de aves habitam a Unidade, o que representa quase 14% do total do país, sendo 17 delas endêmicas, ou seja, espécies que só existem nesta região do mundo. Caso de 33 espécies de bromélias, da boca-de-peixe, do liquen Cladonia ibitipocae e do cacto Anthocereus melaneus, que também só existem por ali. Ao todo, são mais de 800 espécies vegetais. Vários exemplares de lá foram levados para herbários de todo o globo terrestre.

Por isso, o Parque é tão importante ecologicamente e recebe pesquisadores de diversos lugares do país e até do mundo, que se encontram na Unidade para estudar as inúmeras espécies da fauna e flora do local, muitas das quais descobertas há tão pouco tempo que ainda nem têm um nome popular, apenas o científico. É o caso da Hyla ibitipoca (uma perereca que foi descoberta no parque). Já o Peripatus acacioi é uma curiosidade à parte:considerado um fóssil vivo por ser um misto entre minhocas (anelídeos) e aranhas e escorpiões (artrópodes), mantém suas características há milhões de anos, sobrevivendo às mais radicais mudanças climáticas vividas pela Terra.

Turismo aliado à preservação ambiental e cultural

Com a popularização do Parque do Ibitipoca, o intenso crescimento do número de turistas, de forma descontrolada, acabou gerando a degradação ambiental de algumas áreas da Unidade. Por isso, atualmente há uma limitação de visitantes, que visa à implantação de medidas corretivas e preventivas e à realização de estudos voltados para o restabelecimento dos atributos naturais e da biodiversidade do Parque.

De acordo com uma portaria do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, o número de visitantes fica limitado a 300 pessoas nos dias da semana e 800 pessoas nos finais de semana e feriados. Além disso, existem trilhas, acessos secundários e sítios de visitação bloqueados para as ações de recuperação, que são considerados áreas intangíveis, até o restabelecimento de suas condições normais de uso.

Também existem organizações preocupadas com a sustentabilidade do turismo praticado em Ibitipoca. O Circuito Serras de Ibitipoca, por exemplo, é uma associação de municípios que visa desenvolver e divulgar o turismo, a culinária e a cultura da região. De acordo com o presidente do Circuito, José Candido Gonçalves, a proposta da associação é fomentar e desenvolver a atividade turística como alternativa de renda e crescimento da economia local, e também trabalhar pela conservação da biodiversidade e pela preservação do patrimônio histórico e cultural dos seus municípios.

Participam do Circuito os municípios e distritos de Lima Duarte, Santa Rita do Ibitipoca, Santana do Garambeu, Bias Fortes, Ibertioga e Pedro Teixeira. Segundo Gonçalves, graças ao apoio de órgãos como o SEBRAE (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e a Secretaria de Turismo de Minas Gerais, o circuito tem conseguido investir na capacitação dos agentes turísticos da região e propiciado o fortalecimento do fluxo de visitantes de forma harmônica, com a preservação das belezas naturais.

Para chegarmos a Cachoeirinha, andamos pelo rio e atravessamos inúmeras quedas d’água por um cânion de 300m de extensão

Outros Atrativos de Ibitipoca

Estação Andorinhas
A Cachoeira das Andorinhas é bastante apreciada por banhistas pela presença de um poço e uma prainha apropriada para banhos. O local possui ainda diversas trilhas, rios, corredeiras, espaços preservados de Mata Atlântica e um cânion com paredes de 50 m de altura e 1.000 m de extensão, onde há prática de tirolesa, rapel (30m negativos) e canionismo, monitorados por empresa especializada. O roteiro completo dura em média 4 horas.
Acesso: Estrada para Ibitipoca - km 17,5

Informações úteis
Site: www.ibitipoca.tur.br

Como chegar
De São Paulo deve-se pegar a BR 116 (Via Dutra), até o trevo para Cruzeiro (SP). De lá seguir para Passa Quatro, já em Minas Gerais. O trajeto continua, passando por Itanhandu, Pouso Alto e Caxambu. Nesta última cidade, a viagem segue pela BR 267 até Lima Duarte (sentido Juiz de Fora). Outra opção saindo de São Paulo é seguir pela BR 381 (Rodovia Fernão Dias) até o trevo para Campanha. De lá, seguir pela BR 267 até Lima Duarte. Obs: em Conceição de Ibitipoca não existe posto, portanto, abasteça em Lima Duarte.
- De Lima Duarte até a vila de Conceição do Ibitipoca pega-se uma estrada de terra de 26 km.

Onde Dormir
Reserva Canto da Vida
Estrada do Parque do Ibitipoca (700 m da portaria)
Tel: (32) 3281-8136
www.cantodavida.com.br

Onde Comer
Restaurante Serra do Ibitipoca
Estrada do Parque do Ibitipoca (2 km da portaria)
Tel: (32) 3213-9445
www.serradoibitipoca.com.br

Alto dos Manacás
Estrada do Parque do Ibitipoca (500 m da portaria)
Tel: (32) 3213-9445

Guia
Gabriel Fortes
(32) 3281-8194/8404-3905
R$ 50,00 diária (até quatro pessoas)

Entrada
R$ 5,00 de segunda a sexta-feira
R$ 10,00 sábados, domingos e feriados


Esta matéria faz parte da Edição 149 da Revista Aventura & Ação.

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Publicado por em

Eliane Rosa

Eliane Rosa

30/04/2011 16:49:23
Como faço para visitar? Estarei de férias em Junho, é um belo passeio!

Revista Aventura & Ação

Revista Aventura & Ação

Olá Eliane, realmente é um belo passeio! Você já tentou contato com os guias e pousadas indicados no final da matéria? Abraços!
Francisca Fátima de Campos

Francisca Fátima de Campos

28/04/2011 13:02:49
Dá até para visualizar as paisagens lendo a matéria parabens!
Qual a melhor época do ano para fazer esta visita?

Revista Aventura & Ação

Revista Aventura & Ação

Época das secas! A partir de junho até novembro é o ideal. No verão, além das águas que prejudicam as estradas e a compromete a possibilidade de camping, há muitos riscos de raios. abs Camila Fróis, editora
Antonio portas bonilha

Antonio portas bonilha

26/04/2011 19:43:34
Lindo, lindíssimo. Pena não ter condições de visitar.

Joel Guia de Ibitipoca

Joel Guia de Ibitipoca

13/04/2011 12:20:34
Em Ibitipoca, lembre-se...devemos preservar...alem disso os nativos nao sao assim tao amigaveis com os faroleiros, portanto va pra curtir a natureza respeitando as pessoas do local...Digo aos de bom coração......Venham que seram recebidos abraços

Revista Aventura & Ação

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Claro! Sempre agindo de uma maneira consciente. Tanto com a natureza, quanto com a população local. Abraços!