Dia do artesão e da conscientização

Mostrar ao mundo o artesanato potiguar e fazer com que o turista conheça a história do Rio Grande do Norte por meio da arte do seu povo

  
  
O Rio Grande do Norte quer mostrar ao mundo o artesanato potiguar e fazer com que o turista conheça a história do estado por meio da arte

Mostrar ao mundo o artesanato potiguar e fazer com que o turista conheça a história do Rio Grande do Norte por meio da arte do seu povo. Esse é o intuito do governo estadual, por meio da Secretaria de Trabalho Habitação e Assistência Social (Sethas), neste 19 de março - ‘Dia do Artesão’. Uma das iniciativas recentes é o plano ‘RN Mais Justo’, criado este mês para priorizar a política estadual do artesanato, por meio do eixo de inclusão produtiva. A atividade não produz apenas artes, mas também trabalho e renda aos milhares de familiares dos artesãos.

O ‘RN Mais Justo’ adotará o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) para identificar o público alvo do projeto. Os Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), presentes em todos os 167 municípios potiguares, serão fundamentais na política de inclusão social e produtiva. Dos 16,2 milhões de brasileiros considerados ‘extremamente pobres’, 59% estão concentrados na região Nordeste, e 2,4% somente no Rio Grande do Norte.

Para o secretário estadual do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social do Rio Grande do Norte, Luiz Eduardo Carneiro, hoje são 10 mil artesãos cadastrados, mas com o recadastramento programado, esse número deve chegar aos 40 mil artesãos. Segundo Luiz Eduardo Carneiro, em breve, o governo pretende colocar no ar um site para que o artesão divulgue seu trabalho para o mundo.

O Rio Grande do Norte quer valorizar o artesão e para isso, pretende organizar cooperativas de economia familiar. E também prepará-lo para a Copa do Mundo. “Participamos de mais de 15 feiras em torno do estado, e sempre percebemos a grande procura pelos estandes, por isso queremos aumentar os espaços de venda em Natal”, antecipou o secretário.

Para a artesã, bordadeira há 40 anos e integrante da Cooperativa das Mãos Artesanais de Timbaúba dos Batistas (Comart), Carmem Batista, o artesanato é bastante conhecido na cidade em que mora, pois a cidade vive em torno disso e traz grande renda para as famílias da região: “Minha cooperativa tem demanda da Itália, França, Bélgica, Suiça, entre outras, mas com a chegada da Copa e o apoio do governo, estamos otimistas com as vendas”.

SERGIPE
Em Aracaju (SE), a presidente do Condomínio do Centro de Turismo, Maria Auxiliadora Andrade, diz que o sentimento de realização toma conta do ‘Dia do Artesão: “Estou muito feliz e realizada, ganhei diversos prêmios pelo mundo por meus trabalhos como artesã. Realizo cursos de capacitação para os artesãos e amo o que faço. A Setur tem nos ajudado muito e nos sentimos muito reconhecidos pela atual gestão”.

O secretário de Turismo, Elber Batalha, esteve junto aos artesãos no Centro de Turismo para comemorar a data. “O artesanato do estado é dos pontos fortes do nosso turismo”, disse Batalha.

Para Isabel Leite, que trabalha há 33 anos no Centro de Turismo, é muito gratificante ser artesã: “Sergipe é muito rico em artesanato e para mim é motivo de orgulho ser artesã. Preparei diversos trabalhos que estão expostos lá fora. É muito bom vender um trabalho feito com tanto carinho e para nós é muito importante que os turistas gostem de nosso trabalho e divulguem pelo Brasil”.

Fonte: MTur

  
  

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