Funai e Ibama já podem retirar de área indígena mogno apreendido no Pará

A Funai - Fundação Nacional do Índio e o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis já podem retirar o mogno que se encontra nas áreas indígenas dos Caiopó, no município de Altamira, no Sul do Pará. A ministra do Meio

  
  

A Funai - Fundação Nacional do Índio e o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis já podem retirar o mogno que se encontra nas áreas indígenas dos Caiopó, no município de Altamira, no Sul do Pará.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, autorizou na sexta-feira (18/7), em reunião com representantes da Funai, a liberação do mogno apreendido na região. A madeira deve ser retirada do local o mais rápido possível - o prazo final dado pelo governo é 15 novembro.

Os recursos obtidos com a venda da madeira serão doados a projetos sociais das comunidades indígenas. A ministra Marina Silva espera que a venda do mogno gere um lucro de R$ 2 milhões.

A aplicação da verba vai ser fiscalizada pelo Ministério Público e pelo próprio governo. Cerca de cinco mil comunidades indígenas da região de Altamira serão beneficiadas com esses recursos.

Fonte: Agência Brasil

  
  

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