Caminho antigo das Minas à Bahia é reconhecido como potencial turístico

"Existe um grande potencial para implantar pólos de desenvolvimento econômico/cultural e de turismo ecológico em algumas das 36 cidades que fazem parte do roteiro realizado pela Expedição Caminhos Antigos das Minas &

  
  

"Existe um grande potencial para implantar pólos de desenvolvimento econômico/cultural e de turismo ecológico em algumas das 36 cidades que fazem parte do roteiro realizado pela Expedição Caminhos Antigos das Minas à Bahia".

A avaliação é do presidente do Instituto Terrazul, Américo Antunes. Ele observa que nestas cidades há um número significativo de pessoas que dá importância à preservação do patrimônio artístico e cultural local.

"Em Rio de Contas (BA), por exemplo, a comunidade está seriamente envolvida em preservar seu patrimônio para as gerações futuras".

Depois de percorrer mais de dois mil quilômetros na estrada colonial que ligava a capital baiana aos currais do São Francisco e as Minas Gerais, a equipe da Expedição. Promovida pelo Terrazul, em parceria com o Programa Monumenta do Ministério da Cultura, ela iniciou sua jornada em Mariana, no dia 14 de agosto, visitando dezenas de cidades históricas, mineiras e baianas e concluiu no dia 11 de setembro , em Salvador.

Outro aspecto levantado por Antunes é de que em muitos locais, como em Cachoeira e São Félix (BA) e Diamantina, Sabará e Ouro Preto (MG), os vestígios da histórica estrada colonial "cortam áreas de proteção ambiental e se integram a uma paisagem que atravessa a Mata Atlântica, o Serrado e a Caatinga, formando belos e inusitados cenários".

Construída em granito-gnaisse no Século 17, o seu calçamento é conhecido na Bahia como cabeça de negro, pelo seu aspecto escuro e arredondado.

Ao lado do levantamento do patrimônio histórico, cultural e natural das cidades da rota, os relatórios dos pesquisadores também contém sugestões para a proteção dos bens e para o desenvolvimento econômico local, por meio do incremento do turismo.

A Expedição Caminhos Antigos das Minas à Bahia foi voltada à pesquisa dos acervos históricos e naturais localizados nos municípios situados no antigo Caminho da Bahia.

Ela teve o objetivo de identificar laços de identidade entre as comunidades das cidades cortadas pela rota, divulgar a riqueza cultural da região e colaborar para o desenvolvimento da atividade turística nos municípios.

A equipe, formada por 12 pesquisadores das áreas de história, geografia e economia, além de fotógrafos e jornalistas, percorreu mais de 50 municípios de Minas Gerais e da Bahia.

Fonte: IPHAN - MINC

Del Valle Editoria

Contato: vininha@vininha.com

  
  

Publicado por em