3 fenômenos da natureza que você precisa conhecer

Observar a natureza te deixa vislumbrado? Prepare-se para encantar seus olhos visitando esses 3 locais com fenômenos inesquecíveis.

  
  
Arco-íris de fogo, um dos fenômenos mais imperdíveis da natureza.

Já ouviu falar na nuvem iridescente? Este é um fenômeno encantador que encanta os apaixonados pela natureza, mais conhecido como arco-íris de fogo. Para ele acontecer, o sol deve estar bem no alto do céu, os cientistas dizem que deve estar acima de 58º sobre o horizonte, e sua luz precisa entrar nos cristais de gelo de uma nuvem específica chamada Cirrus, o que ocorre muito raramente, mas o resultado é magnífico.

Inspirados por esse fenômeno, reunimos mais 3 acontecimentos deslumbrantes que só a natureza pode nos proporcionar. E melhor: como podemos turistar nesses locais para aproveitar a viagem, indo desde a mais conhecida Aurora Boreal, até a menos conhecida nuvem rolo.

Rochas deslizantes - Parque Nacional do Vale da Morte (Death Valley), Califórnia, Estados Unidos

O local possui pedras de diferentes pesos e tamanhos que se movem sozinhas.

O Fenômeno das rochas deslizantes intriga os cientistas há décadas e atrai muitos turistas a esse parque nos Estados Unidos.
A explicação mais lógica é que essas pedras, que tem pesos e tamanhos diversos, se movem graças a uma combinação dos ventos fortes com o gelo presente na superfície, mas essa explicação tem falhas.

Primeiro porque ela não consegue explicar os casos de algumas pedras que saem do mesmo lugar e chegam em locais diferentes.
Segundo, seriam necessários ventos de centenas de quilômetros por hora para mover algumas das rochas, o que não é comum na região.

O fenômeno ainda não tem explicação plausível, pois seriam necessários ventos de centenas de quilômetros por hora para mover algumas das rochas, o que não é comum na região.

Como o Death Valey é um deserto e uma das regiões mais quentes do planeta, não vale uma visita durante o verão (de maio a setembro), pois a sua temperatura nesse período pode chegar a mais de 50 graus. A melhor época para ir é durante o inverno (dezembro a março), que tem uma temperatura super agradável e uma paisagem deslumbrante.

Quem quiser conhecer esse maravilhoso parque tem três opções de hospedagem. Os campings públicos para quem estiver viajando de trailer, que estão espalhados em todo o parque, os campings privados, mais caros, porém mais confortáveis, e os hotéis.

O belo pôr-do-sol do Zabriskie Point é outro atrativo turístico da região.

E além da visita obrigatória a Racetrack Playa, para ver as místicas pedras que andam sozinhas, ainda no Parque Nacional do Vale da Morte vale vivenciar o belo pôr-do-sol do Zabriskie Point.

Aurora Boreal, Tromso, Noruega

A belíssima Aurora Boreal, em Tromso, Noruega.

Não poderíamos falar dos fenômenos da natureza imperdíveis sem citar o mais famoso deles. A Aurora já foi inclusive tema de livros, como o A Bússola de Ouro, e é umas das vistas mais bonitas do Planeta Terra. Quem já a viu diz que é algo mágico e inesquecível, daquelas imagens que ficam guardadas para sempre na memória.

A Aurora é um fenômeno fácil de ser explicado, pois acontece quando algumas partículas existentes no ar entram na região eletromagnética atmosférica. Quando elas estão nesse campo eletromagnético, produzem átomos, os quais liberam luz e é essa luz que nos dá a imagem magnífica que é a Aurora.

O contato dessas partículas com os gases atmosféricos determinam as muitas cores que observamos na Aurora: o verde surge pelo contato com o oxigênio, o vermelho quando se junta com o nitrogênio e o azul por causa do hidrogênio.

Aurora em Tromso, cidade no norte da Noruega, cidade onde se pode ver a Aurora que conta com a melhor estrutura e é a mais fácil de chegar.

A melhor época para fazer a caçada à Aurora Boreal ocorre no final do período do inverno, quando as noites já são mais compridas que os dias. Isso acontece nos meses de outubro até o fim de março. Quando entramos no período da “Noite Polar” fica ainda melhor. Entre o fim de novembro e o fim de janeiro não temos sol, pois a noite é tão longa que ele nem chega a nascer, com isso a possibilidade de ver a Aurora Boreal aumenta.

Jellyfish Lake, o lago das águas vivas, na ilha Eil Malk, no Palau

Que tal mergulhar em um lago com mais de oito milhões desses animais sem se machucar?

Você já se imaginou mergulhando em um lago cheio de águas vivas? Em Palau, na ilha de Eil Malk, é possível mergulhar em um lago com mais de oito milhões desses animais sem se machucar.

É que o lago, que no passado era conectado ao Oceano Pacífico, ficou isolado quando o nível do mar baixou e as águas-vivas acabaram presas no local. Sem risco de predadores, a população de águas-vivas aumentou bastante e não precisou mais usar o seu ferrão para se defender, mudanças constantes se adaptando aos seus ambientes que tornaram possível mergulhar no local.

A melhor forma de chegar a ilha Eil Malk, saindo do Brasil, é pegar um voo com destino às ilhas Filipinas, com conexão nos Estados Unidos e em Manilha antes de chegar a Palau.

  
  

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